Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Índice
Introdução ................................................................................................................4
1. Os Objectivos do Projecto Curricular de Agrupamento...........................5
2. Organização Escolar...........................................................................................6
2.1. Horário de Funcionamento das Escolas/Jardins de Infância ....6
2.2. Desenho Curricular .............................................................................7
2.3. Critérios para Distribuição do Serviço Lectivo ...........................11
2.4. Orientações sobre a Atribuição do Meio Bloco .........
2.5. Actividades de Enriquecimento Curricular/Actividades Extra
Curriculares...........................................................................................11
3. Orientações para Alunos com Necessidades Educativas Especiais...... 12
4. Orientações para as Áreas Curriculares Não Disciplinares e TIC........14
5. O Projecto Curricular de Turma ................................................................ 19
6 . Competências gerais – educação pré- escolar...........................................21
7. Formação para Pessoal Docente e Não Docente .................................... 26
8. Avaliação ............................................................................................................ 27
8.1. Critérios Gerais de Avaliação dos Alunos .....................................29
8.2. Avaliação do Projecto Curricular de Agrupamento .....................35
Anexos .........................................................................................................................37
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
“Pensar a escola enquanto lugar de decisão e de gestão curricular, é pensar a
prática pedagógica enquanto actividade de investigação e de intervenção para a
mudança. Isto é, pensar a escola enquanto espaço de reflexão e de diálogo entre os
diferentes actores em presença e pensar que essa reflexão favorece a emergência de
uma nova cultura escolar, matriciada pelas dimensões do ser, do estar, do fazer, do
conviver, do comunicar, do aprender e do fazer aprender. É este novo entendimento de
escola e de currículo, preconizado nos princípios e nos normativos orientadores da
política educativa actual, que se deseja ver instituído na organização escolar e nas
práticas pedagógicas. Os professores são, neste processo, uma peça fundamental como
configuradores de práticas de gestão curricular que sejam indutoras de mudança e de
melhoria da qualidade da educação. (...)
Pensar a escola desta forma é pensá-la como organização com uma identidade
própria e com uma autonomia e poder de decisão, onde todos se envolvem. (...)
(Conell, 1995.)
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INTRODUÇÃO
Há muito que a escola desempenha papéis que excedem a mera transmissão e
aquisição de conhecimentos, destacando-se cada vez mais toda a dimensão social
presente na educação. Pode-se afirmar, por isso, que a escola de hoje tem como papel
fundamental uma formação integral do aluno, geradora de uma educação globalizante.
Consequentemente, esta nova orientação da escola supõe que ela desenvolva uma
forte relação entre os elementos que a compõem e o meio envolvente, o que implica
reconhecer-lhe autonomia e conceber aos professores uma intervenção activa na
concepção de um currículo próprio, adequado às necessidades dos seus alunos.
Partindo do pressuposto que o currículo é um conjunto de aprendizagens
consideradas necessárias, num dado contexto e tempo, e a organização e sequência
adoptadas para as concretizar ou desenvolver, torna-se evidente a importância das
opções que se fazem no domínio da gestão curricular quer ao nível da definição do seu
próprio modelo de funcionamento quer ao nível da adequação de estratégias de ensino
às reais necessidades dos alunos.
Assim, factores tão diversos como a distribuição da carga horária, o organização
dos tempos lectivos, os critérios usados para a distribuição do serviço docente, a
organização das diversas áreas e disciplinas do currículo, entre outros, são
absolutamente fundamentais para uma plena consecução do projecto curricular.
Então, se pôr um currículo em prática é encontrar a melhor correspondência entre
as necessidades, interesses e motivações dos alunos e as orientações nacionais, torna-
se absolutamente necessário uma articulação correcta das orientações curriculares
emanadas a nível nacional com a realidade envolvente em que se insere a escola.
Desta forma, salientando que foi do contexto em que este Agrupamento de Escolas
está inserido que surgiram as problemáticas evidenciadas no Projecto Educativo,
poder-se-á referir que a grande meta deste Projecto Curricular é o de lhe dar uma
resposta eficaz no âmbito do desenvolvimento curricular.
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1. LINHAS GERAIS ORIENTADORAS PARA O PROJECTO
CURRICULAR DE AGRUPAMENTO
O Projecto Curricular de Agrupamento deverá ser um projecto aberto, flexível e
integrado que permita a adequação à diversidade e a melhoria da qualidade das
aprendizagens, visando o combate ao insucesso escolar, em consonância com os
princípios e valores defendidos pelo Projecto Educativo.
Tendo em vista a consecução do currículo nacional e os objectivos gerais do
Projecto Educativo, definem-se como prioridades, neste Projecto Curricular, as
seguintes metas:
Proporcionar o acesso ao saber promovendo estratégias de diferenciação
pedagógica.
Promover a articulação entre os diferentes ciclos de ensino.
Promover estratégias que contribuam para um melhor relacionamento entre a
família e a escola/envolvimento familiar.
Estabelecer uma maior interacção escola/comunidade.
Incentivar os profissionais de educação a uma maior proximidade, convivência
e troca de experiências.
Valorizar o mérito dos alunos ou turmas que se evidenciam quer pelos
resultados escolares, quer pelas atitudes cívicas.
Estabelecer Parcerias com diversas instituições.
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Promover uma utilização progressiva das novas tecnologias como recurso
essencial no processo de aprendizagem.
Conceber a avaliação orientada fundamentalmente para a regulação continua
e tanto quanto possível individualizada da aprendizagem dos alunos.
2. ORGANIZAÇÃO ESCOLAR
2.1. Horário de Funcionamento das Escolas/Jardins de
Infância
O período de funcionamento dos estabelecimentos escolares deste agrupamento é
o seguinte:
Pré-Escolar e 1º Ciclo
O horário de funcionamento dos Jardins de Infância e das Escolas do 1ºCiclo é
acordado, no início do ano lectivo, em reunião de pais e encarregados de educação,
tendo sempre em atenção o contexto em que cada estabelecimento se encontra
inserido. No entanto, regista-se a observância de algumas normas:
as actividades escolares decorrem de segunda a sexta-feira em regime normal;
o intervalo para almoço não poderá ser inferior a 1h para estabelecimentos de
ensino dotados de refeitório e de 1h30m para os restantes;
à quarta-feira, no período de tarde, não há aulas, o que implica uma carga
horária de 5h30m nos restantes dias lectivos.
Início entre as 9.00h e 9.30h (Jardim de Infância de Castro
Manhã Verde inicia às 8.00h)
Intervalo para suplemento alimentar de 20 a 30 minutos
Términus entre as 12.00h e as 12.30h
Almoço A interrupção para o almoço pode ser de 1h ou 1h30 minutos
Início entre as 13.00h e as 14.00h
Tarde Términus entre as 15.30h e as 16.00h (Jardim de Infância de
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Castro Verde encerra às 18.00h)
2º e 3º Ciclos
8h 30’ – 9h 15’
9h 15’ – 10h
intervalo 30’
Manhã 10h 30’ – 11h 15’
11h 15’ – 12h
intervalo 15’
12h 15’ – 13h
13h – 13h 45’
Almoço 90 minutos
13h 45’ – 14h 30’
14h 30’ – 15h 15’
Tarde intervalo 30’
15h 45’ – 16h 30’
16h 30’ – 17h 15’
2.2. Desenho Curricular
Educação Pré-Escolar
Na Educação Pré-Escolar não existe um currículo formal, as Orientações
Curriculares não constituem um currículo explicito, são “ um conjunto de princípios
orientadores para apoiar o educador nas suas decisões sobre a sua prática (...)”.
O educador de infância titular do grupo de crianças é o responsável, o
construtor e o gestor do currículo no âmbito do Projecto Educativo do Agrupamento de
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Escolas; para construir esse currículo deve fazê-lo em equipa pedagógica, atendendo às
necessidades, aos interesses e aos saberes das crianças.
Ao planificar as situações de aprendizagem o educador tem de atender aos
objectivos inerentes às diferentes áreas de conteúdo, assim como à articulação entre
as mesmas.
Também se devem reflectir nesse currículo os interesses das famílias, da
comunidade e a articulação com outros níveis de ensino.
A Pessoal Área da Formação e Social
“ (...) corresponde a um processo que deverá favorecer, de acordo com as fases
de desenvolvimento, a aquisição de espírito crítico e a interiorização de valores
espirituais, estéticos, morais e cívicos. ”.
A Área da Expressão e Comunicação
- Domínio das Expressões: Motora, Dramática, Plástica e Musical
- Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à escrita
- Domínio da Matemática
“ A Área da expressão e comunicação engloba as aprendizagens relacionadas com
o desenvolvimento psicomotor e simbólico que determinam a compreensão e o
progressivo domínio de diferentes formas de linguagem.”.
A Área do Conhecimento do Mundo
“A Área do conhecimento do mundo enraíza-se na curiosidade natural da criança
e no seu desejo de saber e compreender o porquê. Curiosidade que é fomentada e
alargada na educação Pré-Escolar através de oportunidades de contactar com novas
situações que são simultaneamente ocasiões de descoberta e exploração do mundo.”
Orientações Curriculares –Áreas de Conteúdo
Áreas de Conteúdo
Domínio das expressões:
- Motora
Expressão - Dramática
Formação - Plástica
e - Musical
Pessoal e Social Domínio da Linguagem Oral e
Comunicação
Abordagem à Escrita
Domínio da Matemática
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Conhecimento do Mundo
Total: 25 horas
1º Ciclo do Ensino Básico
Áreas Língua Portuguesa
Curriculares Matemática
Disciplinares Estudo do Meio
Expressões:
Artísticas
Educação
Físico-motoras
para a
Cidadania
Formação Áreas Área de Projecto
Pessoal Curriculares Estudo Acompanhado
e Não Disciplinares Formação Cívica
Social
Total: 25 horas
Educação Moral e Religiosa
Actividades de Enriquecimento
De acordo com o Decreto-lei nº6/2001, a Área de Projecto, Estudo Acompanhado e
Formação Cívica serão desenvolvidas em articulação entre si e com as Áreas
Curriculares Disciplinares.
A carga horária semanal a atribuir às diversas componentes do currículo é definida
por cada professor no seu Projecto Curricular de Turma.
A EMRC assume um carácter facultativo no Plano Curricular, por isso, esta área
será leccionada na 26ª hora.
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2º Ciclo do Ensino Básico
Disciplina 5º ano 6º ano
Língua Portuguesa 2 2,5
Língua Estrangeira 1,5 1,5
Matemática 2 2
História G. Portugal 2 2
Ciências da Natureza 1,5 1,5
Educ. Visual e Tecnológica 2 2
Educ. Musical 1,5 1,5
Educ. Física 1,5 1,5
Estudo Acompanhado 1 1
Área de Projecto 1,5 1
Formação Cívica 0,5 0,5
E.M.R.C. 0,5 0,5
3º Ciclo do Ensino Básico
Disciplina 7º ano 8º ano
Língua Portuguesa 2 2
Língua Estrangeira 1 2 1,5
Língua Estrangeira 2 1,5 1,5
Matemática 2 2
História 1 1,5
Geografia 1
Ciências da Natureza 1,5 1,5
Ciências Físico-químicas 1,5 1,5
Educ. Visual 1 1,5
Educ. Tecnológica 0,5
Educ. Musical 0,5 1,5
Educ. Física 1,5 1,5
Estudo Acompanhado 1 1
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Área de Projecto 1
Formação Cívica 0,5 0,5
E.M.R.C. 0,5 0,5
1 bloco = 45’+45’
meio bloco = 45’
2.3. Critérios para Distribuição do Serviço Lectivo
No que concerne ao 1ºCiclo todas as áreas do Plano Curricular são leccionadas
pelo professor titular da turma.
No que diz respeito ao 2º Ciclo:
Formação Cívica – atribuída ao Director de Turma.
Área de Projecto – tendo em conta a dinâmica desta aula, esta é leccionada por
dois professores de áreas diferentes.
Estudo Acompanhado – leccionada por um par pedagógico constituído por
professores de áreas diferentes.
Referente ao 3º Ciclo:
Formação Cívica – atribuída ao Director de Turma.
Área de Projecto – esta aula é leccionada por um professor do Conselho de
Turma.
Estudo Acompanhado – também é leccionada por apenas um professor do
Conselho de Turma.
2.4. Orientações sobre a Atribuição (ou não) do Meio
Bloco
Tendo em conta a avaliação feita e as dificuldades detectadas no ano lectivo
anterior a escola obterá por atribuir meio bloco às disciplinas em que os alunos
revelarem mais dificuldades. Assim sendo, este ano lectivo optou-se por atribuir mais
meio bloco às disciplinas de Matemática e Inglês no 2º e 3º Ciclos. Contudo, esta
atribuição é susceptível de sofrer alterações no ano lectivo seguinte.
2.5. Actividades de Enriquecimento Curricular/
Actividades Extra Curriculares
De modo algum poderiam ficar de fora do processo ensino/aprendizagem todo
um conjunto de actividades de complemento e enriquecimento do currículo. Neste
sentido, ao longo do ano, serão colocadas ao dispor dos alunos, permitindo o
desenvolvimento cada vez maior de competências como a autonomia, a responsabilidade
e o relacionamento interpessoal, várias actividades, nomeadamente: as aulas de
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natação, o Jornal Escolar, as actividades da Biblioteca Escolar, o Clube de Artes, o
Clube de Francês, a Multimédia, o Desporto Escolar e a Componente de Apoio à Família.
3. ORIENTAÇÕES PARA ALUNOS COM
NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS
Quando se fala em alunos com Necessidades Educativas Especiais é obrigatório
fazer referência ao princípio da inclusão. Este princípio preconiza serviços
educacionais, na classe regular, apropriados ao aluno com NEE, incluindo as severas.
Sem dúvida que a Declaração de Salamanca (1994) sobre os Princípios, a Política
e as Práticas na área das Necessidades Educativas Especiais se inspirou no
reconhecimento da necessidade de conseguir uma escolas para todos, isto é, que as
escolas incluam todos os alunos, aceitem as diferenças, apoiem a aprendizagem e
respondam às necessidades individuais. Neste contexto, os Apoios Educativos surgem
como uma aposta na escola inclusiva, visando promover a igualdade de oportunidades
que permita o sucesso de todos os alunos independentemente das suas diferenças
individuais. Mas, para esta melhoria efectiva da escola é necessário uma articulação
com os recursos disponíveis na comunidade local de forma a conseguir uma melhor
qualidade educativa para todos os alunos.
Neste agrupamento existem 37 alunos, de todos os graus de ensino, abrangidos
pelo Apoio Educativo por se encontrarem inseridos no Regime Educativo Especial.
Desta forma, e tendo sempre em vista um melhoramento do processo educativo em
geral, e do processo ensino/aprendizagem em concreto, os professores de Apoio
Educativo apontam algumas estratégias de intervenção.
Na Educação Pré-escolar:
Planificação de actividades com as crianças, como processo facilitador da
aprendizagem e desenvolvimento individual.
Promoção da interacção entre crianças com diferentes desenvolvimentos e saberes,
fomentada pelo trabalho entre pares ou em pequenos grupos.
Participação da criança na elaboração de normas, regras e distribuição de tarefas,
que decorrem do dia-a-dia no Jardim de Infância.
Organização de oportunidades de aprendizagem diversificadas, segundo as
diferentes áreas de conteúdo, contemplando diversos ritmos, em diferentes
situações e tipos de actividades.
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Articulação com as educadoras titulares da turma na planificação, programação e
avaliação de actividades.
Troca de informação com os pais e encarregados de educação sobre o processo de
desenvolvimento do seu filho, na procura de soluções para minimizar os problemas
que possam existir.
No 1º Ciclo:
Realização de adaptações curriculares para os alunos com NEE.
Acompanhamento dos progressos do aluno, revendo a programação.
Promoção do desenvolvimento e das aprendizagens destes alunos através da
diversificação de estratégias e metodologias.
Elaboração de material pedagógico - didáctico específico.
Promoção da participação dos alunos com NEE nas actividades do grande grupo.
Valorização dos comportamentos adequados socialmente.
Intervenção individual e directa aos alunos com NEE.
Gestão dos recursos necessários ao apoio educativo.
Colaboração com os docentes titulares na planificação e desenvolvimento das
estratégias a aplicar.
Colaboração e participação no trabalho a desenvolver com os pais e encarregados de
educação.
No 2º e 3º Ciclos:
Intervenção directa e individual.
Realização de trabalho individual e em pequeno grupo.
Aplicação de exercícios de caligrafia.
Elaboração de resumo de textos.
Realização de pequenas fichas de trabalho.
Realização de trabalhos de casa nas Aulas de Estudo Acompanhado.
Acompanhamento na execução dos trabalhos, dando orientações básicas.
Regularmente, realização de exercícios de estudo, utilizando métodos simples como
sublinhar, resumir, transcrever.
Propostas de trabalhos simples e introdução gradual de exercícios de maior
complexidade.
Utilização de instruções simples e correctas.
Utilização de instrumentos de avaliação diversificados.
Valorização de pequenos sucessos do aluno, de forma a estimular a sua
autoconfiança.
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Promoção da intervenção correcta e adequada do aluno, solicitando a sua
participação regularmente.
Manifestação de expectativas positivas face ao trabalho do aluno.
Reflexão com o aluno sobre as dificuldades sentidas e/ou erros cometidos.
Solicitação ao Encarregado de Educação de um acompanhamento regular do aluno.
4. ORIENTAÇÕES PARA AS ÁREAS CURRICULARES
NÃO DISCIPLINARES E TIC
Estas áreas devem ser desenvolvidas entre si e com as áreas disciplinares,
incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias da informação e
comunicação e constar explicitamente do projecto curricular de turma.
Área de Projecto
A Área de Projecto visa o envolvimento dos alunos em estratégias activas de
aprendizagem, isto é, que construam, realizem e avaliem os seus projectos através da
articulação de saberes de diversas áreas curriculares.
No 1ºCiclo é o professor titular de turma o responsável pela sua organização e
gestão, de forma clarificada, no PCT. Relativamente ao 2º Ciclo esta área curricular é
da responsabilidade dos dois docentes que a leccionam, os quais constituem um par
pedagógico e trabalham em regime de co-docência, e no 3º Ciclo a sua orientação está
atribuída a um professor do Conselho de Turma.
Princípios Orientadores Objectivos
- As temáticas devem estar centradas - Desenvolver competências sociais, tais
em preocupações sentidas pelos como a comunicação, o trabalho em equipa,
alunos. a gestão de conflitos e a avaliação de
- O trabalho de projecto deve ser processos.
concebido numa lógica de integração - Aprender a resolver problemas, partindo
curricular. das situações e dos recursos existentes.
- O trabalho deve privilegiar o - Promover a integração de saberes através
desenvolvimento da autonomia, da sua aplicação contextualizada.
criatividade e iniciativa dos alunos. - Desenvolver as vertentes de pesquisa e
- As metodologias de pesquisa devem intervenção, promovendo a articulação das
ser diversificadas. diferentes áreas disciplinares.
- Para cada projecto deve ser definida - Aprofundar o significado social das
a concepção, a execução e a aprendizagens disciplinares.
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
avaliação.
Como se avalia?
A avaliação desta área, no final dos períodos lectivos, expressa-se de forma
descritiva, conduzindo, também, à atribuição de uma menção qualitativa (não satisfaz,
satisfaz, satisfaz bem), e utiliza elementos provenientes das diversas disciplinas e
áreas curriculares.
Estudo Acompanhado
A área de Estudo Acompanhado visa uma maior autonomia na realização de
aprendizagens, através da apropriação por parte dos alunos, de métodos e técnicas de
estudo.
No 1ºCiclo é o professor titular de turma o responsável pela sua organização e
gestão, de forma clarificada, no PCT. Relativamente aos 2º e 3º Ciclos, no início do ano
lectivo, realizaram-se reuniões com os responsáveis pela docência desta área para
definição de estratégias e orientações necessárias ao cumprimento das aulas.
Princípios Orientadores Objectivos
- Deve atender às reais necessidades - Desenvolver competências sociais, tais
dos alunos. como a comunicação, o trabalho em
- Deve proporcionar o desenvolvimento equipa, a gestão de conflitos e a
de capacidades que favoreçam a avaliação de processos.
autonomia na realização de - Aprender a resolver problemas,
aprendizagens. partindo das situações e dos recursos
- As metodologias a utilizar devem ser existentes.
diversificadas, nomeadamente: resolução - Promover a integração de saberes
de alguns trabalhos suplementares, através da sua aplicação
elaboração de sínteses e organização contextualizada.
de trabalhos, utilização das - Desenvolver as vertentes de pesquisa
tecnologias de informação e e intervenção, promovendo a
comunicação e consulta de articulação das diferentes áreas
dicionários, software educativo e/ou disciplinares.
artigos de interesse. - Aprofundar o significado social das
aprendizagens disciplinares.
Como se avalia?
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
A avaliação desta área caracteriza-se por ser essencialmente descritiva no final
dos períodos lectivos, tendo como referência a evolução do aluno a partir da situação
diagnosticada. Trata-se de um processo que envolve a auto e hetero - avaliação , de
acordo com instrumentos concebidos pela escola e em diálogo com os alunos, podendo
recorrer-se a diversas técnicas de avaliação.
Formação Cívica
A Formação Cívica é um espaço privilegiado para o desenvolvimento da cidadania,
através da estimulação de atitudes de diálogo e reflexão em torno de questões ou
problemas do dia-a-dia, assim como, sobre temas relevantes da comunidade e da
sociedade.
Também, nesta área, no 1º Ciclo, o professor titular de turma é o responsável
pela sua organização e gestão, de forma clarificada, no PCT, enquanto no 2º e 3º Ciclos
a responsabilidade da sua operacionalização está atribuída ao Director de Turma, que a
lecciona.
Princípios Orientadores Objectivos
- Desenvolver competências necessárias ao
- Esta componente curricular deverá ser exercício da cidadania.
um espaço privilegiado para a discussão e - Estimular a participação activa dos alunos
construção de regras/normas de conduta na escola e na sociedade.
adequadas. - Promover valores de tolerância,
solidariedade e respeito pelos outros.
- Deverá constituir, também, um espaço de - Desenvolver nos alunos atitudes de auto-
diálogo e reflexão sobre assuntos estima, respeito mútuo e regras de
específicos apresentados pelos alunos. convivência que conduzam à formação de
cidadãos autónomos, tolerantes,
- Deverá abarcar todos os saberes e participativos e civicamente responsáveis.
abranger todas as situações vividas na - Proporcionar aos alunos momentos de
escola. reflexão sobre a vida da escola e os
princípios democráticos que regem o seu
funcionamento.
Como se Avalia?
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
A avaliação caracteriza-se por ser descritiva, baseada na auto-reflexão, no
conhecimento que o aluno tem de si próprio e da sua evolução.
Tecnologias da Informação e da Comunicação
A utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação, assumindo uma
natureza transversal, integra o currículo de todos os ciclos e encontra-se orientada
simultaneamente para a formação básica dos alunos e para o apoio a todas as áreas e
disciplinas do currículo, em cujas competências deve ter expressão. Por isso, sempre
que possível, deve-se promover a utilização destas tecnologias.
O que se pretende?
Com as Tic’s pretende-se criar contextos educativos de aprendizagens reais,
dinâmicos, onde os alunos sejam o centro do processo e construam o seu conhecimento
aprendendo fazendo, pesquisando, comunicando, colaborando, participando em
projectos reais e tornando-se responsáveis pela sua própria aprendizagem.
Finalidades:
As grandes finalidades da utilização das Tic’s na sala de aula são:
Gerar e desenvolver a comunicação à escala mundial;
Alargar os horizontes dos alunos;
Aproximar a escola da realidade, deixando a sala de aula de estar
limitada a quatro paredes;
Aumentar e melhorar a informação disponível;
Apresentar e transmitir conhecimentos de forma aliciante;
Conferir uma dimensão mais real à aprendizagem;
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Mudar o foco de aprendizagem de memorização de informação para
construção do conhecimento por parte do aluno;
Responsabilizar o aluno pela sua aprendizagem;
Tornar o aluno progressivamente mais autónomo;
Conferir uma dimensão mais visual à aprendizagem tornando-a mais
eficaz.
Incrementar a interdisciplinaridade;
Desenvolver o sentido de responsabilidade pelo trabalho em equipa;
Aumentar a motivação do aluno;
Preparar os alunos de hoje para o mundo do trabalho que cada vez mais
recorre ás novas tecnologias.
Quem intervém?
Uma vez que não se trata de nenhuma disciplina ou mesmo área não disciplinar do
currículo do ensino básico, mas sim de uma área transversal do mesmo, a utilização das
Tic’s deve estar presente em todas as aulas como se de um “instrumento para o
conhecimento” se tratasse. Posto isto, consideram-se intervenientes, os alunos e os
professores das diferentes disciplinas e áreas não disciplinares.
Orientações:
Planificação das actividades a realizar dentro e fora da sala de aula, de forma a
assegurar a utilização das TIC’s, bem como o desenvolvimento da autonomia dos alunos.
Avaliação:
A avaliação da utilização das Tic’s na sala de aula pode passar por fichas, ou por
simples debate em assembleia onde tanto alunos como professores possam reflectir
sobre:
a forma como foram utilizadas;
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
quais as dificuldades que sentiram;
o que melhorou no processo ensino/aprendizagem;
que novas actividades poderiam ser desenvolvidas no sentido de
melhorar a aprendizagem.
5. O PROJECTO CURRICULAR DE TURMA
As estratégias de concretização e desenvolvimento do currículo nacional e do projecto
curricular de escola, visando adequá-los ao contexto de cada turma, são objecto de um
projecto curricular de turma, concebido, aprovado e avaliado pelo professor titular de
turma, em articulação com o conselho de docentes, ou pelo conselho turma, consoante
os ciclos.(Decreto- Lei nº6/2001-Arigo 2º)
5.1.ORIENTAÇÕES PARA A CONSTRUÇÃO DO PROJECTO CURRICULAR DE
TURMA
5.1.1CARACTERIZAÇÃO DA TURMA
Dados recolhidos através de inquéritos realizados no acto da matrícula.
Entrevista com o Director de Turma e Encarregados de Educação.
Processos individuais e actas do Conselho de Turma, no caso do 2ºe 3º ciclo, e
do Conselho de Docentes, no caso do Pré Escolar e 1º Ciclo.
A partir dos dados recolhidos, preencher em Conselho de Turma/Docentes uma
ficha de caracterização do grupo/turma.
5.1.2.DEFINIÇÃO DAS COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS
Que competências transversais são prioritárias para uma turma desenvolver?
De acordo com os problemas definidos na caracterização da turma, apontar-
se-ão agora as possíveis respostas definindo as competências transversais
para a turma.
Competências transversais que podem ser desenvolvidas:
Valorizar a Língua e a Cultura Portuguesa.
Aplicar os valores e princípios estabelecidos e garantidos na Constituição
Portuguesa.
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
Respeitar o Regulamento Interno e o Código de Conduta da turma.
Adquirir princípios, valores, regras e normas de comportamento e de
convivência.
Desenvolver a capacidade de relacionamento interpessoal e de grupo.
Desenvolver a capacidade de pesquisar, seleccionar e tratar informação
utilizando as TIC.
Conhecer, aplicar e seleccionar diversas técnicas de estudo, adaptando-as às
suas necessidades ou às do grupo.
Identificar dificuldades e esclarecê-las.
Expressar a sua opinião ou a do grupo, propondo alternativas e sugestões de
melhor adequação.
5.1.3.Competências essenciais por disciplina, a trabalhar durante o período de
tempo definido pelos Conselhos de Docentes/Turma.
5.1.4.Articulação de conteúdos comuns às diversas disciplinas.
5.1.5.Programação do trabalho dos docentes, o qual terá como finalidade o
desenvolvimento das competências prioritárias definidas.
5.1.6.Avaliação
do trabalho dos alunos.
do Projecto Curricular de Turma, segundo os critérios definidos pelo Conselho
Pedagógico da Escola.
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Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância de Castro Verde - Projecto Curricular de Agrupamento
6. COMPETÊNCIAS GERAIS – EDUCAÇÃO PRÉ- ESCOLAR
ÁREA DA FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL
Descobrir, conhecer e controlar progressivamente o próprio corpo, formando uma imagem
positiva de si mesmo, valorizando a sua identidade sexual, as suas capacidades e limitações de
acção e expressão, adquirindo hábitos básicos de saúde e de bem estar.
Actuar de forma cada vez mais autónoma nas suas actividades habituais, adquirindo
progressivamente segurança afectiva e emocional, desenvolvendo as suas capacidades de
iniciativa e confiança em si mesmo.
Utilizar a linguagem verbal de forma ajustada às diferentes situações de comunicação habitual,
para compreender e ser compreendido pelos outros, expressar as suas ideias, sentimentos,
experiências e desejos.
Enriquecer e diversificar as suas possibilidades expressivas mediante a utilização dos recursos e
meios ao seu alcance, assim como apreciar diferentes manifestações artísticas próprias da sua
idade.
Participar nos diferentes grupos com que se relaciona no decurso das diversas actividades,
tomando progressivamente em consideração os outros.
Conhecer e vivificar as normas e modos de comportamento social dos grupos a que pertence, de
forma a estabelecer vínculos afectivos e equilibrados da relação interpessoal, identificando a
diversidade de relações que mantém com os outros.
Saber orientar-se e actuar autonomamente nos espaços quotidianos, sabendo utilizar
adequadamente os termos básicos relativos à organização do tempo e espaço em relação às suas
experiências periódicas habituais.
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ÁREA DO CONHECIMENTO DO MUNDO
Conhecer o meio envolvente onde se desenvolve a sua vida quotidiana.
Observar os espaços habituais onde vive e compreender a organização do tempo e do espaço, de
forma a poder ser autónoma nesses mesmos espaços.
Observar as mudanças e transformações do meio ambiente, identificando alguns dos factos que
influem sobre elas.
Observar e compreender as necessidades e cuidados de plantas e animais – os seres vivos.
Adquirir hábitos de ordem, limpeza e conservação do meio ambiente.
Tomar consciência dos perigos presentes no meio ambiente, vivido pela criança, adquirindo
comportamentos que visem a prevenção de acidentes.
Promover uma atitude crítica e participativa na observação e experimentação de algumas
experiências vividas pela criança, valorizando desse modo uma atitude cientifica
ÁREA DA EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO
DOMÍNIO DAS EXPRESSÕES
Desenvolver e vivenciar formas de utilizar e sentir o corpo – trepar, correr e outras
E formas de locomoção, bem como deslizar, baloiçar, rodopiar etc.
X
P
Desenvolver a expressão motora global utilizando materiais e espaços próprios
R
apetrechados para a prática da actividade ( ginásios, aparelhos, material de ginástica
E
etc.).
S
Conhecer, interiorizar e vivificar o esquema corporal.
S
Ã
Favorecer uma adequada lateralização.
O
M Desenvolver a coordenação e dinâmica geral.
O
T Adquirir uma correcta percepção e estruturação espacial.
O
R Desenvolver a motricidade fina relacionando-se com a utilização dos diferentes
A segmentos corporais – manipulando os diversos objectos do seu quotidiano.
Adquirir uma adequada organização e estruturação temporal.
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E
X
P. Vivenciar situações de jogo simbólico através do corpo como forma de representar e de
se apropriar de situações sociais.
D
R Desenvolver a actividade dramática, descobrindo formas de representar através do
A corpo ( mímica, representação de papéis, etc.).
M
Á Desenvolver actividades na área da expressão dramática utilizando vários recursos e
T materiais ( fantoches, sombras chinesas, adereços, máscaras, etc.).
I
C
A
E Desenvolver formas de expressão: pintura, desenho, digitinta,, rasgagem, modelagem,
X corte e colagem, diversificando as técnicas e os materiais potencializando a criatividade
P. e a imaginação.
P Desenvolver o espírito critico e a sensibilidade estética, observando e falando sobre as
L suas produções e as dos outros.
Á
S Tomar contacto com diferentes formas de manifestação artística, conhecendo obras de
T pintores, escultores etc.
I
C Conhecer e identificar as cores, dominando as cores básicas para formar outras.
A
Explorar sons e ritmos
E
X Identificar e produzir sons: intensidade, altura, timbre, duração.
P
R Desenvolver a capacidade de reproduzir mentalmente fragmentos sonoros.
E .
S Identificar e produzir sons da natureza e da vida corrente.
S
à Utilizar alguns instrumentos musicais.
O
Desenvolver o gosto por cantar enriquecendo a produção de diferentes formas de ritmo.
M
U Usar a dança como forma de ritmo produzido pelo corpo.
S
I Desenvolver a sensibilidade estética no domínio musical, ouvindo vários tipos de sons e
C músicas.
A
L
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DOMÍNIO DA LINGUAGEM E ABORDAGEM À ESCRITA
Desenvolver a capacidade de comunicação oral expressiva.
Desenvolver a complexidade da construção frásica.
Contactar com códigos simbólicos: pictográficos da vida corrente e criação de símbolos próprios
de identificação.
Contacto com diversos tipos de textos escritos (informativos, jornal, livros, etc.).
Desenvolver formas de interpretação como forma de “leitura” (gravuras, banda desenhada,
fotografia, etc.).
Desenvolver a apropriação da especificidade do código escrito, contactando de forma lúdica com
letras, números, palavras, frases etc..
Reproduzir e inventar histórias.
Desenvolver a capacidade de escutar e saber intervir a seu tempo.
Aprender rimas, lengalengas, trava-línguas, poesias, adivinhas, canções.
Contactar com as novas tecnologias da informação e comunicação, desenvolvendo a atitude crítica
– educação para os media – introdução ao código informático – visionamento de vídeos.
Desenvolver o gosto e o interesse pelo livro e pela palavra escrita.
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DOMÍNIO DA MATEMÁTICA
Manipular objectos aprendendo a diversidade das formas e as características dos objectos-
seriar, classificar, agrupar de acordo com uma ou várias propriedades: tamanhos, formas, cores
ou outros atributos.
Desenvolver noções de quantidade: grandeza, peso, de propriedades e relações entre objectos –
agrupamentos tendo em conta semelhanças e diferenças.
Observar e tomar consciência do tempo – calendários, relógios, ampulhetas etc..
Vivenciar e experimentar situações de deslocação no espaço, do próprio corpo e de objectos,
verbalizando as acções através da representação gestual ou gráfica.
Tomar contacto, de forma lúdica, com medidas de capacidade ( brincadeiras com água etc.).
Tomar contacto, de forma lúdica, com medições (altura dos meninos, etc.).
Desenvolver o conceito numérico.
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7. FORMAÇÃO PARA PESSOAL DOCENTE E NÃO
DOCENTE
CENFOCAL – Plano de Formação 2003
Pessoal Docente:
“Gestão Flexível do Currículo: O Projecto Curricular de Escola” – Escola E. B. 2, 3/S
de Ourique.
“Sensibilização à Expressão Dramática em Contexto educativo” – Auditório da
Biblioteca Municipal – Castro Verde.
“Introdução/Iniciação à Informática” – Escola E. B. 2, 3/S Dr. João de Brito
Camacho – Almodôvar.
“Tecnologias de Informação em Contexto Educativo: Apresentações Gráficas e
Realização de Páginas Educativas” – Escola Secundária de Aljustrel.
“Promover a Sexualidade” – Escola E. B. 2, 3 Dr. Manuel de Brito Camacho –
Aljustrel.
“As T.I.C. na Actividade Docente: Sistema Operativo, Word, Excel, Power Point e
Internet” – Escola E. B. 2, 3 Dr. António Francisco Colaço.
“Produção e Edição Multimédia em Contexto Escolar” – Escola E. B. 2, 3/S Dr. João
de Brito Camacho – Almodôvar.
“Acidentes Escolares e Primeiros Socorros: Como Intervir” – Escola Secundária de
Castro Verde.
Pessoal Não Docente:
“Escola Promotora de Saúde – Saúde e Segurança na Escola” – Escola Secundária de
Castro Verde.
“Formação Pessoal e Profissional do A.A.E.: Direitos e Deveres” – Escola E. B. 2,3/S
de Ourique.
Acidentes Escolares e Primeiros Socorros: Como Intervir” – Escola E. B. 2,3/S Dr.
João de Brito Camacho – Almodôvar.
“Organização Escolar” – Escola Secundária de Aljustrel.
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8. AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos é um elemento integrante da prática educativa que permite a
recolha sistemática de informação e a formulação de juízos para a tomada de decisões
adequadas às necessidades dos alunos e do sistema educativo. (Despacho - Normativo
338/93).
De acordo com os programas, a avaliação deve ser orientada fundamentalmente para a regulação
contínua e, tanto quanto possível individualizada, da aprendizagem dos alunos, devendo, por isso,
ser uma avaliação formativa e formadora. Cabe então, fazer aqui a distinção entre avaliação
formativa e avaliação formadora.
Avaliação Formativa Avaliação Formadora
(Pedagogia por Objectivos- Bonuiol y Nunziati 74-77
Scriven, 67
- Explicação de critérios de - Apropriação pelos alunos dos critérios de
avaliação reguladora e da avaliação dos professores
responsabilidade do professor - Representação correcta pelos alunos da
finalidade dos trabalhos
- Informação sobre processos - Domínio dos instrumentos de antecipação e da
de produção planificação da acção
- Transformação do trabalho pedagógico em
- Adaptação do dispositivo sequências de aprendizagem
pedagógico à realidade das - Criação de planos de remediação progressiva
aprendizagens do erro em que o aluno joga um papel
- regulação da progressão fundamental
pedagógica (valor relativo da - Recurso sistemático à autoavaliação –
nota) démarche pessoal de realização das práticas,
- reforço do sucesso dos seus modelos de formação (auto-
- gestão do erro controle/auto-regulação)
A avalição formativa é para o professor A avaliação formadora constitui um percurso de
porque o obriga avaliação conduzido por aquele que aprende e é um
instrumento de construção dos conhecimentos que o
- a actualizar os seus
aluno precisa de adquirir.
conhecimentos didácticos
- a procurar coerência entre os
seus critérios e as escolhas
didácticas
- a relativizar o peso da sua
pessoa no comportamento de
avaliador
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Além das modalidades de avaliação acima referidas a avaliação diagnóstico constitui
uma prática que deve ser realizada no início de cada ano de escolaridade, devendo
articular-se com estratégias de diferenciação pedagógica, de superação de eventuais
dificuldades dos alunos, de facilitação da sua integração escolar e de apoio à
orientação escolar e vocacional.
A Avaliação Sumativa realiza-se sempre que seja necessário fazer o balanço das
aprendizagens desenvolvidas. Complementa um ciclo de avaliação em que já foram
utilizadas a avaliação diagnóstica, formativa consistindo numa síntese das informações
recolhidas sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências definidas para
cada área curricular e disciplina no quadro do projecto curricular de turma . (Desp.
Normativo 30/2001).
Instrumentos da avaliação
Admitindo uma vez mais que a avaliação faz parte integrante da aprendizagem, ela
tem que ser entendida pelo aluno e pelo professor, como um meio que lhes permite
avaliar as aprendizagens feitas e, se for caso disso, reorganizar o trabalho.
Assim sendo, e porque as situações de avaliação são muitas e os alunos são todos
diferentes uns dos outros, os instrumentos/materiais de avaliação têm que ser
diversificados.
Com turmas heterogéneas, constituídas por alunos de diferentes níveis etários e de
origens sócio-culturais diversas, há que fazer a diversificação dos instrumentos e das
técnicas de avaliação. Só diversificando instrumentos e procedimentos se pode avaliar
de forma correcta a aprendizagem, as capacidades e as atitudes desses alunos.
Avaliar competências implica observar os alunos directa ou indirectamente, na
realização de actividades, tão próximas quanto possível de situações autênticas (da
realidade que é a própria interacção didáctica ou da realidade exterior recriada na sala
de aula), usando para tal um conjunto de instrumentos que permitam a recolha de
evidências sobre o desenvolvimento das competências do aluno ou sobre a sua
demonstração em situação.(Reorganização Curricular do Ensino Básico
8.1. Critérios Gerais de Avaliação dos Alunos
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Em Conselho Pedagógico foram aprovadas as seguintes linhas orientadoras para o
processo de avaliação dos alunos, depois de analisados o Despacho Normativo nº
30/2001 de 19/Julho e a Circular nº 5/GD/2001 e a Lei nº 30/2002
Competências Gerais
À saída da educação básica, o aluno deverá ser capaz de:
1) Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade
e para abordar situações e problemas do quotidiano;
2) Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e
tecnológico para se expressar;
3) Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para
estruturar pensamento próprio;
4) Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do
quotidiano e para apropriação de informação;
5) Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a
objectivos visados;
6) Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento
mobilizável;
7) Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões;
8) Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa;
9) Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns;
10) Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e
interpessoal promotora de saúde e da qualidade de vida.
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Competências Gerais Operacionalizadas Transversalmente
Estas competências afectam igualmente as áreas curriculares disciplinares e não
disciplinares.
1. Assiduidade
Pontualidade
Faltas
2. Trabalhos de aula
Iniciativa
Colaboração individual e em grupo
Responsabilidade
Participação oportuna
Autonomia
Atenção
Organização
Empenho/Persistência nas tarefas propostas
Disponibilidade
Persistência
3. Plano de Estudo
Organização e progressão do estudo
Empenho e persistência
4. Língua Portuguesa
Domínio da Língua Portuguesa na sua transversalidade
Compreensão
Expressão oral e escrita
5. Atitudes/Valores
Comportamento na sala de aula
Comportamento fora da sala de aula
Relação aluno/aluno
Relação aluno/professor/funcionários
Respeito pelo próprio trabalho e pelo dos outros
Respeito pela escola/material escolar
Cumprimento de normas estabelecidas no Regulamento Interno
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TIPOS DE AVALIAÇÃO
Os resultados da Avaliação traduzem-se em 2 escalas:
Qualitativa
Quantitativa
Qualitativa: é o registo descritivo que deve traduzir de forma sintética e clara a
situação do aluno em função das competências definidas pelo agrupamento e pela Área
Disciplinar. Este registo deverá ser sempre legível e de fácil compreensão para os pais
e encarregados de educação.
Em termos de avaliação nos testes e nas produções escritas e orais com significado
relevante nos aspectos evolutivos e das dificuldades, nas áreas disciplinares
curriculares, adoptamos 6 parâmetros e para que haja uniformização deverão
considerar-se os seguintes intervalos quantitativos para a respectiva nomenclatura:
Fraco de 0% a 19%
Não Satisfaz de 20% a 49%
Satisfaz Pouco de 50% a 55%
Satisfaz de 56% a 74%
Satisfaz Bem de 75% a 89%
Excelente de 90% a 100%
Nas áreas curriculares não disciplinares: Área de Projecto, Estudo Acompanhado e
Formação Cívica a avaliação é qualitativa conforme legislação vigente.
Quantitativa: no final de cada período a avaliação qualitativa deverá ser convertida em
níveis, que são os seguintes, devendo-se respeitar o que cada um deles indica.
Nível 1: Corresponde à ausência do aluno à totalidade, ou quase das aulas, ou a um
aluno que não revele progressão alguma nos diferentes domínios.
Nível 2: Corresponde ao aluno que revele pouca progressão nas competências
necessárias ou que não adquiriu as competências nas diferentes áreas curriculares.
Nível 3: Corresponde ao aluno que atingiu as competências definidas pela escola e nas
diferentes áreas curriculares.
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Nível 4: Corresponde ao aluno que adquiriu com facilidade as competências definidas
pela escola e nas diferentes áreas curriculares.
Nível 5: Corresponde ao aluno que adquiriu plenamente as competências definidas pela
escola e nas diferentes áreas disciplinares.
Critérios de Progressão em anos não terminais de ciclo
Conforme estabelecido no Despacho Normativo nº 30/2001 de 19 de Julho, a
Circular nº 5/GD/2001 e o Decreto-Lei nº 6/2001 de 18 de Janeiro, em reunião de
Conselho pedagógico foram estabelecidos os critérios de retenção/progressão para os
anos não terminais de ciclo (2º, 3º, 5º, 7º e 8º anos), que são os mesmos que foram
adoptados para os anos terminais de ciclo (4º, 6º e 9º anos), pelo que se aconselha a
leitura atenta dos diplomas acima referidos, e documento entregue a todos os
docentes do agrupamento.
Consideramos ainda que são Factores de Ponderação a ter em conta na decisão
de progressão/retenção (1º, 2º e 3 º ciclos) os seguintes:
Idade cronológica do aluno
Retenções repetidas
Parecer dos pais/Encarregados de Educação
Parecer de Técnicos Especializados
Ocorrência de episódios traumatizantes
A retenção ocorre quando:
No 1º ciclo a decisão de reter um aluno no2º e 3º ano de escolaridade deve ser
sempre bem ponderada e ter sempre subjacente o desenvolvimento das competências
essenciais à aprendizagem da Língua Portuguesa e de Matemática.
No 2º e 3º ciclos a decisão de retenção ocorre quando:
1º - um aluno não desenvolveu as competências necessárias a Língua Portuguesa e a
outra disciplina
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2º - um aluno que não desenvolveu as competências essenciais em mais de duas
disciplinas, incluindo nestas, as competências estabelecidas no Plano Curricular da
turma para a Área de Projecto, (ponto nº 39 do Despacho Normativo nº 30/2001),
contudo, tratando-se de uma decisão de carácter pedagógico, e em que se exige
unanimidade por parte dos docentes há que salvaguardar situações em que o conselho
de turma decida a progressão de alunos que se encontrem nas situações anteriormente
mencionadas. Essa decisão terá de ser devidamente fundamentada, deve ser tomada
por dois terços dos professores que integram o Conselho de Turma, e acompanhada de
planos que permitam ao aluno a participação em actividades de remediação às
dificuldades apresentadas.
Procedimentos a adoptar em situação de retenção
Em situação de retenção, compete ao professor titular da turma, no 1º ciclo, e ao
conselho de turma, nos 2º e 3º ciclos, elaborar um relatório analítico que identifique as
aprendizagens não realizadas pelo aluno, as quais devem ser tomadas em consideração
na elaboração do Projecto Curricular de Turma em que o aluno venha a ser integrado no
ano lectivo subsequente.
Na tomada de decisão acerca de uma segunda retenção no mesmo ciclo deve ser
envolvido o competente conselho de docentes ou o conselho pedagógico e ouvido o
encarregado de educação do aluno, em termos definidos no regulamento interno
CRITÉRIOS DE RETENÇÃO DOS ALUNOS – ANO TERMINAL DE CICLO
4º ano
Os alunos de 4º ano serão retidos sempre que o processo de avaliação evidenciar um
forte distanciamento entre as competências adquiridas ao nível da Língua portuguesa e
matemática e as competências definidas para o final de ciclo.
A decisão de retenção compete ao conselho de Docentes, depois de ouvidos os
encarregados de educação e considerados os factores de ponderação.
6º ANO
Um nível inferior a 3 a Língua Portuguesa e outra disciplina, que pode ser Área de
Projecto.
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Ex: Língua Portuguesa + Educação Física → Não Aprovado
Língua Portuguesa + Área de Projecto → Não Aprovado
Três níveis inferiores a 3, que pode ser Não Satisfaz a Área Projecto.
Ex: Educação Física + E.V.T. + Educação Musical → Não Aprovado
Educação Física + História e Geografia de Portugal + Área de Projecto →
Não Aprovado
9º ANO
Um nível inferior a 3 a Língua Portuguesa e outra disciplina, que pode ser Área de
Projecto.
Ex: Língua Portuguesa + Educação Física → Não Aprovado
Língua Portuguesa + Área de Projecto → Não Aprovado
Três níveis inferiores a 3, que pode ser Não Satisfaz a Área Projecto.
Ex: Educação Física + E.V.T. + Educação Musical → Não Aprovado
Educação Física + História e Geografia de Portugal + Área de Projecto →
Não Aprovado
Critérios de progressão/retenção dos alunos abrangidos pela modalidade de ensino
especial.
Os alunos abrangidos pela modalidade de educação especial serão avaliados de acordo
com a legislação em vigor(Despacho Normativo 30/2001) à excepção dos alunos que
tenham no seu Projecto Educativo Individual, devidamente clarificadas, condições de
avaliação próprias decorrentes da aplicação de medida educativa adicional “Alterações
curriculares específicas”.
Em relação às Áreas Curriculares Não Disciplinares, a avaliação é da
responsabilidade do Conselho de Turma, devendo este órgão pronunciar-se sobre uma
proposta apresentada pelo par pedagógico (no caso do Estudo Acompanhado e da Área
de Projecto) ou pelo Director de Turma (no caso da Formação Cívica).
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8.2. Avaliação do Projecto Curricular de Agrupamento
Tendo em conta que se pretende que este Projecto seja inovador, a sua
implementação e desenvolvimento trará de certeza alguns problemas e dificuldades,
sendo por isso importante que se constitua uma comissão de acompanhamento e
avaliação formada por:
Presidente da Assembleia de Escola; Presidente do Conselho Executivo:
Coordenadores de Pólo, de Área Disciplinar e de Directores de Turma; Representante
do pessoal Não Docente; Elemento da Associação de Pais e de Encarregados de
Educação.
A comissão deverá ter como objectivos:
a) Mobilizar os professores face à filosofia do Projecto Educativo e à
orientação do Projecto Curricular de Escola;
b) Acompanhar o desenvolvimento das actividades que se concretizem no quadro
do projecto;
c) Criar condições para o funcionamento dos conselhos de turma e para o seu
investimento no Projecto Curricular de Turma;
d) Avaliar os efeitos que este projecto produz ao nível do sucesso escolar e
pessoal dos alunos;
e) Criar condições para o desenvolvimento das três novas áreas curriculares não
disciplinares;
f) Avaliar o desenvolvimento das actividades de enriquecimento curricular;
g) Recolher e analisar as representações que os professores fazem do
desenvolvimento do projecto e dos efeitos por ele gerados;
h) Organizar actividades de formação para professores e outros elementos da
comunidade no âmbito do projecto e das inovações a ele inerentes, através do
centro de formação de que a escola faz parte, ou através de outras parcerias
e instituições com que a escola mantenha protocolos.
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Instrumentos de Avaliação
A avaliação da Comissão poderá ser orientada pelos seguintes parâmetros de avaliação:
Parâmetros Componente Questões Tomada de
decisão
O projecto está a Reajustar o
Eficácia Objectivos atingir os objectivos projecto.
propostos?
As estratégias Rever as
servem à consecução estratégias a
Coerência Articulação dos objectivos do implementar.
projecto?
As actividades e os Dar continuidade
planos de acção estão ou modificar a
Conformidade Funcionamento a decorrer tal como planificação.
foram planeados?
Os recursos Confirmar ou
Eficácia Recursos utilizados são inflectir a gestão
suficientes? de recursos.
As estratégias Confirmar ou
desenvolvidas ou a reformular as
Pertinência Estratégias desenvolver são estratégias.
pertinentes face aos
problemas
detectados e aos
objectivos a atingir?
Quadro retirado do livro: Gestão Flexível do Currículo: um caso prático, Helena Lopes de Almeida
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ANEXOS
O TRABALHO DE PROJECTO
“É uma forma de educação em que os alunos, em colaboração com os professores e outras
pessoas, exploram e tratam um problema em relação directa com a realidade social.” Berthelsen
(1977), Didáctica das Línguas Estrangeiras.
“Um projecto leva a uma realização de novos modos de organização do trabalho, fundados na
intenção de fazer participar, na condução das acções, os actores que se encontram implicados
na sua realização.” Felizardo (2001), Área de Projecto.
A PLANIFICAÇÃO
A planificação do trabalho deve ser feita em conjunto com as disciplinas que vão participar
no trabalho de projecto, de acordo com o Projecto Curricular de Turma.
ETAPAS DO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO
1ª. Etapa – O PROBLEMA E O PRODUTO FINAL
Professor/Turma
Identificação do problema/Escolha do Tema
Escolha do provável produto final (resposta ao problema).
Organização da sala de aula
Não nos podemos esquecer que estamos a tratar de trabalho de projecto na escola. Este facto
deve estar sempre presente para não se pensar em projectos pouco realistas e pouco adequados aos
meios existentes. Mais do que “fazer bonito” é necessário incentivar o empenhamento em todo o
processo.
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Como iniciar o trabalho?
1.1. Identificar um tema aglutinador que pode ou não ser comum a toda a escola.
1.2. Dividir a turma em grupos.
1.3. Identificação do problema: cada grupo vai identificar o problema dentro do tema
aglutinador.
Para esta identificação do problema, os professores que estão a orientar a Área de Projecto
podem preparar com os alunos o material necessário a esta fase, seguindo a metodologia que achar
mais adequada: inquéritos, entrevistas, pesquisassem livros, internet ....
1.4. Cada grupo apresenta o seu problema, depois de ter feito o trabalho de investigação.
No caso provável de aparecer mais do que um problema identificado, os professores podem
desenvolver nos seus alunos a exposição de ideias, o diálogo e o debate.
É necessário que cada grupo justifique a sua escolha de forma clara e que os outros grupos
questionem, ponham dúvidas. É fundamental o papel de orientador e de mediador do professor, que
vai registando no quadro uma síntese das fundamentações de cada grupo.
1.5. Depois da exposição de ideias e da sua discussão, é necessário fazer a escolha. Se esta
for difícil, o professor terá o bom senso de saber resolver a situação ou então, trabalhar mais do que
um problema.
1.6. Identificação do problema e escolha do produto final.
O trabalho a desenvolver terá a ver com as perguntas:
Como vamos dar resposta ao problema?
Que meios vamos utilizar para o resolver? O que vamos fazer?
2ª. Etapa – PLANIFICAÇÃO DO TRABALHO
Definição de objectivos;
Escolha de materiais.
3ª. Etapa – MOTIVAÇÃO e sensibilização para o tema
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4ª. Etapa – TRABALHO DE PROJECTO: Preparação
Apresentação do tema;
Prática escrita;
Trabalho individual, de pares e/ou de grupo;
Consolidação – mais informação sobre o tema (se for necessário).
5ª. Etapa – TRABALHO DE PROJECTO
Desenvolvimento (dentro e fora da aula):
Formação de grupos de trabalho;
Organização e distribuição de tarefas;
Trabalho de pesquisa, organização e execução de tarefas nas diferentes disciplinas.
6ª. Etapa – TROCA DE IDEIAS E SELECÇÃO DE MATERIAIS
Os alunos trocam ideias, discutem sobre os dados recolhidos;
Com a ajuda do professor, seleccionam o que pesquisaram;
Preparam a etapa seguinte.
7ª. Etapa – PRODUTO FINAL
Apresentação dos trabalhos à comunidade educativa.
8ª. Etapa – AVALIAÇÃO
Interdisciplinaridade.
Avaliação: deverá ser feita ao longo das etapas para se ter o “feed-back” necessário tendo em
vista o prosseguimento do trabalho ou a sua remodelação e, igualmente, no final do trabalho:
Avaliação do decorrer do trabalho e do produto final;
Avaliação da resposta ao problema: processo e produto final;
Ficha de auto-avaliação do aluno e ficha de observação do professor e de avaliação do
projecto;
Diálogo/debate.
Nota: Consultar, em anexos, as propostas de fichas de apoio.
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BIBLIOGRAFIA
Cosme, A., Trindade, R. (2001). Área de Projecto – Percursos com sentido. Edições Asa.
Felizardo, Diana (2001). Área de Projecto – Proposta de Actividades. Porto Editora.
Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (1997). Departamento da Educação Básica.
Núcleo da Educação Pré-Escolar. Ministério da Educação.
Qualidade e Projecto na Educação Pré-Escolar (1998). Departamento da Educação Básica. Núcleo
da Educação Pré-Escolar. Ministério da Educação.
Pensar avaliação melhorar a aprendizagem. Instituto de Inovação Educacional. Ministério da
Educação
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