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ROTEIRO DE MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE

VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO ESTADO DA PARAIBA





SES/PB



1º Semestre de 2008

I – Informações Gerais:

1. Número de municípios: 223

2. Municípios certificados: Nº 222 99.6%



3. N° de Municípios beneficiados pelo VIGISUS II 10 0.0%



4. Nº de Regionais de Saúde: 12

5. Nº de hospitais públicos e credenciados existentes: 101



6. Especifique o ano do ultimo relatorio de gestão apresentado e aprovado pelo Conselho Estadual de Saúde,

conforme Portaria nº 1229/GM, de 24 de maio de 2007. Comente:



O Relatório de Gestão 2007 foi apresentado na Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Saúde e aprovado por

meio da Deliberação nº 02 no dia 19 de junho de 2008.

7. Organização da Vigilância em Saúde.



7.1.O organograma da SES contempla a área de Vigilância em Saúde?

Sim x Não

7.2. Detalhe a estrutura organizacional responsável pela area de Vigilância em Saúde

SECRETÁRIO







GERÊNCIA EXECUTIVA DE

VIGILÂNCIA EM SAÚDE



SECRETÁRIO DA GERÊNCIA

EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE





DIRETOR GERAL DO LABORATÓRIO

GERÊNCIA OPERATIVA DE GERÊNCIA OPERATIVA DE GERÊNCIA OPERATIVA CENTRAL DE SAUDE PUBLICA-

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA VIGILÂNCIA AMBIENTAL UNIDADE DE RESPOSTA RÁPIDA LACEN









NÚCLEO DE FATORES SUPERVISOR DE AÇÕES E DIRETORIA DIRETORIA

NÚCLEO DE IMUNIZAÇÃO

BIOLÓGICOS ANALISE EPIDEMIOLÓGICA TÉCNICA ADMINISTRATIVA







NÚCLEO DOENÇAS E NÚCLEO DE FATORES SUPERVISOR DE VIGILÂNCIA

AGRAVOS NÃO EPIDEMIOLÓGICA EM AMBITO NÚCLEO DE

TRANSMISSIVEIS NÃO BIOLÓGICOS HOSPITALAR NÚCLEO

PRODUTOS E MEIO

AMBIENTE FINANCEIRO





NÚCLEO DE DOENÇAS

ENDEMICAS

NÚCLEO DE NÚCLEO DE RH

BIOLOGIA MÉDICA

NÚCLEO DE DOENÇAS

TRANSMISSIVEIS

AGUDAS



NUCLEO DE

CONTROLE DE NÚCLEO DE MAT. E

PATRIMÔNIO

QUALIDADE





No Organograma foi Solicitada a inclusão do Núcleo de Entomológia na Gerencia Operacional de Vigilância

Ambiental

7.3 Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH)



7.3.1 nº de hospitais públicos e credenciados c/ NVEH implantados: 4

7.3.1.1. nº de hospitais públicos e credenciados do Subsistema de Vigilância

Epidemiológica em Âmbito Hospitalar, conforme Portaria GM nº 2529 de 23/11/04 c/ 4

NVEH:



7.3.2 nº de hospitais particulares c/ NVEH implantados: 0

8. De que forma a área de Vigilância em Saúde participa do processo de planejamento da SES?

Na elaboraçao do Plano Estadual de Saúde, na Programaçao Anual de Trabalho (PAT), no Relatorio Anual de

Gestão e na eleição de prioridades.







9. Processo de monitoramento

9.1. Como a SES incorpora o monitoramento das ações de Vigilância em Saúde no seu processo de trabalho ?



Periodicidade

Monitoramento in loco X semestral



Oficinas específicas x pontual

Análise de relatórios x pontual

Sistema de informação próprio x semestral

Outros meios, especificar:

Monitoramento não implantado



9.2 Quem realiza o monitoramento? (Marcar com X as opções)

Exclusiva Não exclusiva

Equipe nível central x



Equipe nível regional x



9.3. Municípios monitorados contemplados pelo VIGISUS II, no período avaliado:



N° 10 % 100%



10. Quais os problemas de saúde de relevância epidemiológica para o estado? Justifique sinteticamente.

1 - Risco de rubéola congênita decorrente do surto de Rubéola ocorrido em 2007 com notificação de 452 casos em

47 municipios.;

2 - Doenças do aparelho circulatório – aumento da mortalidade por esse grupo de causa em toda a faixa etária

acima de 40 anos e mais (expectativa de vida em torno de 65 anos)

3 - Hipertensão e Diabetes – em função da transição epidemiológica demográfica virificou-se aumento donúmero de

casos (expectativa de vida em torno de 65 anos)

4 - Dengue - premanece como problema, com 8.403 casos confirmados, 60 FHD com 3 óbitos.Há circulação do

vírus nos 223 municípios do Estado. Não há como determinar as variações de sorotipos circulantes. O laboratório

de referência para isolamento viral é o LACEN de Pernambuco, cujo resultado é fornecido tardiamente,

prejudicando o monitoramento dos casos.

5 - Doenças Diarréicas Agudas – pela diversidade regional do Estado alguns municípios em períodos do ano

apresentam problema de abastecimento de água. No primeiro semestre, devido as enchentes, 165 municípios

vivenciaram situação de calamidade. Atualmente76 municipios estão sendo abastecidos com caminhao pipa

aumentando o risco das doenças de veiculação Hidrica.

6 - Hanseníase - 8,5% dos municípios tem prevalência superior a 5 casos por 10.000 habitantes quando a taxa ideal

é menos de 01 caso/10.000hab. Vários municípios em silêncio epidemiológico.

7 - Tuberculose - o percentual de cura continua abaixo da média nacional de 85%.







11. Quais são os maiores avanços encontrados no processo de trabalho da área de vigilância em saúde em relação

ao ano anterior?

Houve melhora da Vigilância das Meningites com a implantaçao do diagnostico laboratorial em Campina Grande.

Redução da incidencia das doenças imunoprevenives, controle do surto de Rubéola.

Implementaçao da Unidade de Resposta Rápida.

Foram realizadas as capacitaçoes programadas para o primeiro semestre.

Municipios preparados para elaborar o plano VISA

Reduçao significativa dos óbitos por causa maldefinidas, de 48% em 2002 para 7% em 2007.



12. Quais são as cinco maiores dificuldades na implementação das ações referentes a área de vigilância em saúde?

(listar em ordem de importância, sendo a primeira a mais importante)

1. Lentidão na Burocracia dos Processos Financeiros e administrativos

2. Insuficiencia de Pessoal capacitado para a investigação de Surtos

3. Falta de governabilidade sobre a constante mudança de pessoas nas equipes de vigilância municipais.

4. Inexistencia de açoes de VISA em alguns municipios por falta de estrutura material e de pessoal capacitado para

realização das ações.

5. A falta de um sistema ágil que realmente possibilite monitoramento da situçao de determinados agravos

13. Quais são as cinco maiores dificuldades na execução do PLANVIGI? (listar em ordem de importância, sendo a

primeira a mais importante)

1. Excesso de burocracia nos Processos causando dificuldade na programaçao da execuçao

2. Processos não informatizados

3. Uso de Normas conflitantes, nacional e de bancos exige processo licitatório especifico.

4. Limite de US$350.000 para a lei 8.666 e para o pregão presencial de ate US$30.000

5.



14. Financiamento das Ações

14.1. De que forma a área de vigilância em saúde acompanha a execução e o saldo do recurso do bloco de

financiamento de Vigilância em Saúde? Em caso negativo, comente:

Existencia de técnico responsável pelo acompanhamento mensal dos recursos através de relatórios emitidos pelo

Fundo Nacional de Saúde, instrumento próprio (planilhas de execução orçamentária) e Quadro de Detalhamento

das Despesas (QDD). Saúde do trabalhador, AIDS e AGEVISA são acompanhados por aréas específicas.

14.2. Quais são as cinco ações mais importantes implementadas pelo estado com recursos do bloco de

financiamento de Vigilância em Saúde? (listar em ordem de importância, sendo a primeira a mais importante)

1. Monitoramento das ações de Vigilância nos municípios

2. Treinamento e Capacitações

3. Supervisão: Salas de Vacina e Laboratórios

4. Campanhas: Vacinação, Hanseníase, Hipertensão, Diabetes e ambientes livres de tabaco.

5. Mobilização regular mensalmente para o combate ao mosquito da dengue.

14.3. Quais são as cinco ações mais importantes implementadas pelo estado com recursos financeiros do

PLANVIGI? (listar em ordem de importância, sendo a primeira a mais importante)

1. Fortalecimento da Capacidade Institucional. (Componente 9 - capacitações descentralizadas)

2. Aquisição de Equipamentos (carros e equipamentos de informática licitados e aguardando recebimento)

3. Redução do Percentual de abandono do tratamento de Tuberculose (implementação do DOT's)

4. Capacitação Técnica.

5. Supervisões.



14.4 O FINLACEN está contribuindo para a melhoria/agilidade do diagnóstico laboratorial de agravos de saúde

pública realizados pelo LACEN? Justifique

Sim com melhoria na recepção dos exames, diagnóstico em tempo hábil, implantação de novos exames: Sorologia

para herpes virus humanos 1 e 2, Sorologia para detecção do anticorpo anti-htlv 1 e 2, antígeno prostático

especifico (PSA), Colinesterase sérica, Sorologia para cisticercose, Gama GT, Genotipagem do HCV, PCR RNA do

HCV qualitativo e quantitativo, Carga Viral HBV DNA, Pesquisa de filária, Pesquisa da parasitas oportunistas,

Pesquisa direta de fungos, cultura de fungos, pesquisa do plasmódio, FTA-ABS - sífilis, HTLV Western blot

confirmatório, Mononucleose (reação Paul Bunnell-Davidson), Pesquisa do Pneumocystes carinii e Carga Viral para

AIDS.



15 Sistemas de Informação:

15.1. SINAN

15.1.1. Qual a versão utilizada no momento do monitoramento? SINAN NET Versão 3.1.0.0 Patch 31

15.1.2. Formas de validação utilizadas:

Semanal Quinzenal Outra

Verificação de duplicidade x Mensal



Vinculação de agravos crônicos x mensal

(hanseníase e tuberculose)



Análise de completitude e consistência x Mensal



15.1.3. Periodicidade de verificação de Fluxo de Retorno: Semanal Mensal Outra

x

15.2. Comentar dificuldades/sugestões relativas aos Sistemas de Informação:

Problema na migraçao, perda de dados em vários agravos como exantematicas, hanseníase, tuberculose entre

Varias atualizações uma atras da outra.

Ocorreram vários problemas com a mudança mudança do banco de dados InterBase para Firebird em alguns

municipios, porque os programas que os bancos de dados era Firebird a versão era anterior a usada pelo Sinan net,

então deu conflitos com os outros programas. dificultando isso a atualização de versão 3.0. No momento de

mudança o Seceb não conseguia ser criado dentro do C: arquivos de programas\Firebird\bin\seceb gerando erro na

abertura do programa.

Em alguns municipios a digitação de acompanhamento de hanseniase e digitação do caso completo ficou inviavel,

como tambem transferência vertical para a regional, causando muita preocupação em ser prejudicado por nao

encerra informações semanalmente.

II – Monitoramento das ações de vigilância em saúde

O preenchimento do campo “comentários/justificativa” deverá ocorrer sempre que o alcançado for diferente do desejável.

META

AÇÃO Total (a) Alcançado (b) (n.º Alcançado (c)

(n.º absoluto) absoluto) (c=b/a*100)



1. NOTIFICAÇÃO

1.1. Taxa de notificação de Paralisia Flácida Aguda - PFA em menores de 15 anos – Um caso 6 6 100.0%

para cada 100.000 habitantes menores de 15 anos (casos pactuados: 11).

Comentários/justificativa: Picuí, Patos, Pilozeinhos, Lucena, Pilões e Campina Grande com 1 caso cada.



População menor de 15 anos: 1.004.177

1.2. Realizar notificação dos casos de sífilis em gestantes - casos de sífilis em gestantes tendo

como parâmetro as taxas de prevalência regionais (Norte 1,8%, Nordeste 1,9%, Centro Oeste 1,3%, 125 30 24%

Sudeste 1,6% e Sul 1,4%).

Comentários/justificativa:



1.3. Número de casos de sifilis congênita - reduzir 15% o número de casos de sífilis congênita em 131 5 4%

relação ao ano de 2006 ( 131 ).

Comentários/justificativa:



2. INVESTIGAÇÃO



2.1. Proporção de doenças exantemáticas investigadas oportunamente – Percentual pactuado ( 367 333 90.7%

80 %) dos casos com início da investigação até 48 horas após a notificação.

Comentários/justificativa:executado pgm



2.2. Realizar coleta oportuna de uma amostra de fezes para cada caso de PFA - Casos de PFA

detectados com uma amostra de fezes coletada até o 14º dia do início da deficiência motora ( 80% 6 3 50.0%

)

Comentários/justificativa:Os casos oriundos de Lucena, Pilões e Campina Grande. O de Pilões chegou ao Hospital Universitário Lauro

Wanderley após o 14º dia (notificação tardia); o de Campina Grande houve extravio de amostra e a de Lucena não foi possível coletar

mesmo com estimulante

O preenchimento do campo “comentários/justificativa” deverá ocorrer sempre que o alcançado for diferente do desejável.

META

AÇÃO Total (a) Alcançado (b) (n.º Alcançado (c)

(n.º absoluto) absoluto) (c=b/a*100)



2.3. Proporção de casos de doenças de notificação compulsória - DNC - encerrados

oportunamente após notificação - percentual pactuado (67,3%) de casos notificados no período, 410 273 66.6%

com encerramento oportuno da investigação.

Comentários/justificativa: Continua o problema no SINAN



2.4. Realizar investigação epidemiológica oportuna para raiva humana - casos suspeitos com

NA NA #VALUE!

início da investigação até 24 horas após a notificação ( )

Comentários/justificativa: Não ocorreu casos no período avaliado.



3. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL



3.1. Realizar diagnóstico laboratorial de doenças exantemáticas (sarampo e rubéola) – Casos 367 307 83.7%

suspeitos de sarampo e rubéola investigados laboratorialmente por meio de sorologia (90% )

Comentários/justificativa: No banco paralelo constam 96% de encerrados com diagnóstico laboratorial. O SINAN continua com problema







3.2. Realizar diagnóstico laboratorial dos casos de meningite bacteriana por meio das técnicas

de cultura, contra-imuno-eletroforese ou látex– coleta e realização de exame laboratorial para 32 5 15.6%

confirmação dos casos de meningite bacteriana ( 21% ).

Comentários/justificativa: Os Pacientes chegam já manipulados com o uso de antimicrobacterianos. Os municípios de referência são João

Pessoa e Campina Grande, houve distribuição de Kits para os exames entre as instituições de Campina Grande entretanto a adesão não foi

satisfatórias .



3.3. Proporção de casos de hepatites B e C confirmados por sorologia.- percentual pactuado (

75 ) % de casos de hepatites B e C confirmados por sorologia. 36 17 47.22%



Comentários/justificativa: Ficha indevidamente preenchida sem resultado da sorologia impossiblitando a classificação final. Descontinuidade

no envio dos kits por parte do Ministério da Saúde.

3.4. Proporção de amostras clínicas para diagnóstico do vírus influenza em relação ao

preconizado - ( 80%) das amostras coletadas para diagnóstico do vírus influenza nas unidades 206 37 18.0%

sentinelas, em relação ao preconizado pelo SIVEP Gripe.

O preenchimento do campo “comentários/justificativa” deverá ocorrer sempre que o alcançado for diferente do desejável.

META

AÇÃO Total (a) Alcançado (b) (n.º Alcançado (c)

(n.º absoluto) absoluto) (c=b/a*100)



Comentários/justificativa: As Unidades sentinelas são todas na capital. Estrategias implementadas para melhorar as coletas nas unidades:

aumentamos dias de coletas, sensiblização junto as as Unidades, elaboramos o Relatóriose e discutimos com a Coordenação do Municipios e

repassamos o Relatorios para as Unidades. Governabilidade da Capital.



4. VIGILÂNCIA AMBIENTAL

4.1. Realizar a Vigilância Ambiental em Saúde relacionada à Qualidade da Água para Consumo

Humano – VIGIÁGUA - Um relatório consolidado, por semestre, contendo as ações do VIGIAGUA 1 1 100.0%

desenvolvidas pelos municípios para o Estado

Comentários/justificativa: Os dez municípios elegíveis enviaram os relatórios. Entretanto, apenas quatro municípios (João Pessoa, Bayeux,

Cabedelo e Santa Rita), realizaram a vigilância da qualidade da água



5. VIGILÂNCIA E CONTROLE DE VETORES

5.1. Realizar identificação e eliminação de focos e/ou criadouros de Aedes aegypti e Aedes

albopictus em imóveis – Número de imóveis visitados seis vezes por ano nos municípios 7,658,428 3,141,458 41.0%

infestados.

Comentários/justificativa: Até o mês de junho todos os 223 municípios tinham realizados 3 ciclos programados.O SISLOC esta desatualizado

dificultando o conhecimento do número real de imóveis existentes no Estado.



5.2. Percentual de municípios infestados com cobertura de seis ciclos anuais para

identificação e eliminação de focos e/ou criadouros de Aedes aegypti e Aedes albopictus em 223 223 100%

imóveis.

Comentários/justificativa:Todos os 223 municípios da Paraíba realizaram os três ciclos no primeiro semestre. O Governo do Estado contratou

500 agentes de combate a dengue lotando-os nas sedes das regionais para desenvolver ações junto aos municípios.



5.3. Implantar a vigilância entomológica em municípios não infestados pelo Aedes aegypti - NA NA #VALUE!

Municípios não infestados.

Comentários/justificativa: Todos os 223 municipios do Estado estão infestados



6. CONTROLE DE DOENÇAS

O preenchimento do campo “comentários/justificativa” deverá ocorrer sempre que o alcançado for diferente do desejável.

META

AÇÃO Total (a) Alcançado (b) (n.º Alcançado (c)

(n.º absoluto) absoluto) (c=b/a*100)



6.1. Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera: – percentual

pactuado (72,7%) de casos novos bacilíferos curados dentre os casos novos bacilíferos 72 28 38.9%

diagnosticados na coorte de 2008 (de abril/2007 a março/2008).

Comentários/justificativa: O indicador de Cura preconizado pelao Ministério da Saúde é de 85% dos 70% de casos descobertos, no entanto foi

pactuado no Estado da Paraíba 90% de cura e conseguimos um percentual do referido indicador de apenas 38,9, na coorte de 2007 devido a

alimentação inadequada e falha nas versões e patch do Sistema de Informação SINAN NET, que vem dificultando a operacionalização para

análise confiável dos indicadores.





6.2. Proporção de cura dos casos novos de hanseníase diagnosticados nos anos das coortes –

percentual pactuado (90,9%) de casos curados dentre os casos diagnosticados nos anos das 893 589 66.0%

coortes (MB 2006 e PB 2007).

Comentários/justificativa: A Alimentação do sistema de informação, SINAN, como rotina pelos serviços de saúde não é feita pelas SMS; erro

nas versões tem provocado deficências nas informações dos dados como tambem a não regularidade do fluxo de transferância.

Em supervisão direta a SMS, constatamos em alguns municipios que alguns casos de hanseníase estão encerrados e no nível

hierarquicamente superior estão em aberto, provocando assim um déficit no indicador de cura.





6.3. Incidência Parasitária Anual de Malária (IPA) nos estados da Amazônia Legal - Reduzir

incidência da malária em 2008, em relação a 2007: 30% para o AM, 25% para o AC, 10% para AP, NA NA #VALUE!

RO, RR, PA; 5% para MT e MA e TO manter % de 2007.

Comentários/justificativa:O estado não pertence a Amazônia Legal





6.4. Proporção de municípios prioritários para combate à dengue com plano de contingência

de atenção aos pacientes com dengue elaborado - 100% dos municípios prioritários com plano de 16 16 100.0%

contingência elaborado.

Comentários/justificativa:



6.5. Taxa de letalidade da febre hemorrágica de dengue - taxa de letalidade pactuadada para 2008

( 2% ). 60 3 5%

O preenchimento do campo “comentários/justificativa” deverá ocorrer sempre que o alcançado for diferente do desejável.

META

AÇÃO Total (a) Alcançado (b) (n.º Alcançado (c)

(n.º absoluto) absoluto) (c=b/a*100)



Comentários/justificativa:Foram realizados vários treinamentos para médicos e enfermeiros em manejo clínico da Dengue mas a adesão aos

cursos foi muito pequena por parte dos profissionais médico. O plano de Contingência foi revisto

6.6.Taxa de incidência de aids em menores de 5 anos de idade - percentual pactuado (1,7%) de

0.91 0.61 32.7%

redução de aids em menores de 5 anos de idade.

Comentários/justificativa: 2007: 3 casos / 2008: 2 casos Populaçao de 0 a 4 anos em 2007 é 326959 hab





7. IMUNIZAÇÕES

7.1 Proporção de municípios com cobertura vacinal adequada (95%) para Tetravalente (<1ano) -

223 158 70.9%

70% dos municípios com cobertura adequada.

Comentários/justificativa:









7.2. Vacinar a população menor de 1 ano de idade contra Poliomielite - ( 95% da população

69,192 35,676 51.6%

alvo)

Comentários/justificativa:







7.3. Vacinar a população de 1 ano a 19 anos com a vacina contra hepatite B - (65,35%) pessoas

1300674 819723 63.0%

vacinadas na faixa etária de 1 a 19 anos de idade

Comentários/justificativa: teve um incremento de 1,27%, demanda espontanea.







7.4. Vacinar a população de 1 ano de idade contra sarampo, rubéola e caxumba (vacina tríplice

69,192 38,003 54.9%

viral) - 95% das crianças de 1 ano de idade vacinadas contra sarampo, rubéola e caxumba



Comentários/justificativa:

O preenchimento do campo “comentários/justificativa” deverá ocorrer sempre que o alcançado for diferente do desejável.

META

AÇÃO Total (a) Alcançado (b) (n.º Alcançado (c)

(n.º absoluto) absoluto) (c=b/a*100)





8. MONITORIZAÇÃO DE AGRAVOS RELEVANTES

8.1. Proporção de óbitos de mulheres em idade fértil investigados - 75% dos obitos de MIF

614 369 60.1%

investigados.

Comentários/justificativa: Foram implantados 10 Comites de Prevenção de Mortalidade Materna (Pacto pela Saúde) cerca de 70% dos óbitos

estão sendo investigados entretanto o cumprimento da portaria 1.119 e nota tecnica Nº 05 SES-PB não se deu de forma efetiva.







9. DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES EPIDEMIOLÓGICAS

9.1. Elaborar Informes Epidemiológicos - publicações por ano, com dados de DNC, óbitos e

2 2 100.0%

nascidos vivos e com análise da situação epidemiológica de agravos relevantes.

Comentários/justificativa: Pacto Pela Saúde. 12 Boletins de Dengue, Boletins de MDDA, Mortalidade Materna e Boletim Epidemiológico.



10. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

10.1.Intensificar coleta de declarações de óbito - DO nos municipios– Aumentar a coleta de

declaração de óbito nos municípios classificados como tendo grandes deficiências na cobertura do

SIM: CGM menor que 4,4 óbitos por 1.000 habitantes em municípios com população inferior a 50.000 3,650,303 283,060 7.8%

hab. e menor que 5,3 óbitos por 1.000 habitantes em municípios com população maior ou igual a

50.000 hab.

Comentários/justificativa: dos 09 municipios com populaçao acima de 50.000hab 1 não atingiu CGM de 5,3 por 1.000 (Cajazeiras) e dos 214

com menos de 50.000hab 35 não atingiram CGM de 4,4.





10.2. Proporção de óbitos não fetais informados ao SIM com causas básicas definidas –

percentual pactuado (90%) de óbitos não fetais por causas definidas em relação ao total de óbitos 21,334 19,877 93.2%

não fetais informados ao SIM em 2007.

Comentários/justificativa: Pacto pela Saúde



11. Procedimentos de Vigilância Sanitária.

O preenchimento do campo “comentários/justificativa” deverá ocorrer sempre que o alcançado for diferente do desejável.

META

AÇÃO Total (a) Alcançado (b) (n.º Alcançado (c)

(n.º absoluto) absoluto) (c=b/a*100)



11.1.Percentual de Instituições de Longa Permanencia para Idosos (ILPI) cadastradas,

20 20 100.0%

inspecionadas. (100)% de ILPI pactuada

Comentarios/justificativa: (Pacto Pela Saúde) Esta atividade é totalmente desenvolvida pelos municípios, cabendo a AGEVISA, coordenar,

supervisionar e avaliar o desenvolvimento das atividades de Inspeção realizadas.

III - Ações Gerais.

AÇÃO Total Executado



1. Cadastrar áreas com populações expostas ou potencialmente expostas a solo contaminado – Relatório

sobre o cadastramento de áreas com populações expostas ou sob risco de exposição a solo contaminado, 1 1

conforme modelo padronizado.

Comentários/justificativa: 12 municipios com 26 areas cadastradas (todas areas amarelas)



2. Identificar os municípios de risco para vigilância ambiental em saúde relacionada a qualidade do ar –

Instrumento de Identificação dos Municípios de Risco - IIMR - para o VIGIAR, conforme modelo padronizado 2 2



Comentários/justificativa: Campina Grande e Esperança no primeiro semestre e João Pessoa no segundo aplicaram o isntrumento de

identificação.

Quantidade Quantidade

definida notificando

3. Definir Unidades Sentinelas para notificação dos agravos à saúde relacionados ao trabalho - Unidades

Sentinelas pactuadas em CIB realizando notificação dos agravos à saúde relacionados ao trabalho 25 8



Comentários/justificativa:



4. Implementar a vigilância, prevenção e controle das doenças e agravos não transmissíveis - Projetos de Total de Projetos

intervenção existentes sobre os fatores de riscos de doenças e agravos não transmissíveis conforme as ações

prioritárias da Política Nacional de Promoção da Saúde 5





Comentários/justificativa: Inquerito Domiciliar, Pesquisa do VIGIESCOLA, Pesquisa dos Universitários

IV. PROCEDIMENTOS DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA



Nº Parâmetro Situação Atual



1 Plano de Ação em Vigilância Sanitária

elaborado. C



2 Plano de Ação em Vigilância Sanitária

executado A



3 Sistema Nacional de Informação de

Vigilância Sanitária implantado. A

4. Inspeção em estabelecimento cadastrado e com plano e cronograma de

adequação assinado para estabelecimentos não conformes com a legislação

vigente

4.1 Inspecionar os serviços de diagnóstico e tratamento do câncer de colo de



ESTABELECIMENTOS Nº CAD. Nº INSP.(*)



Serviços de Medicina Nuclear 1 1

Serviços de Imagem: Ultrassonografia 57 57



Serviços de Imagem: Mamografia 40 37

Serviços de Quimioterapia 7 7

Serviços de Radioterapia 2 2

Laboratório de Anatomia Citológica 2 2



Laboratório de Anatomia Patológica 0 0

Laboratório de Anatomia Patológica e

Citológica 2 2

Laboratórios Clínicos 114 57

4.2 Inspecionar os serviços hospitalares – Maternidade e UTI Neonatal



ESTABELECIMENTOS Nº CAD. Nº INSP.(*)



Hospital Geral com ala Infantil 10 10



Hospital Geral com Maternidade 18 18

Casas de Parto 0 0

UTI Neonatal 2 2

4

UTI Pediátrica 2 2

UTI Materna 0 0



Hospital de Pequeno Porte 1 1

4.3 Inspecionar serviços de hemoterapia, diálise e nefrologia



ESTABELECIMENTOS Nº CAD. Nº INSP.(*)



Hemocentro Coordenador 1 1

Hemocentro Regional 1 1



Núcleo de Hemoterapia 10 6

Unidade de Coleta e Transfusão 0 0

Centro de Triagem Laboratorial de

Doadores 0 0

Agência Transfusional 22 18



Serviço de Diálise 6 6



Serviço de Hemodiálise 6 6

4.4 Inspecionar Serviços de Alimentação



ESTABELECIMENTOS Nº CAD. Nº INSP.(*)



Restaurante e similares 999 949

Cantinas – serviços de alimentação

privativos 107 59

Serviços de alimentação para eventos e

recepções - bufê 9 5



Legenda para itens 1,2 e 3: NI - não iniciado A - em andamento C - concluído





(*) Informação refere-se a nº de estabelecimentos inspecionados

100%

100%



93%

100%

100%

100%



0%



100%

50%









100%



100%

0%

100%



100%

0%



100%









100%

100%



60%

0%

0%

82%



100%



100%









95%



55%





56%

V – VIGISUS - INDICADORES DE DESEMPENHO DA ESFERA ESTADUAL

Nº Indicadores Pactuado Situação - 1º sem 2008

4º ano



1 Percentual de casos notificados que foram encerrados oportunamente após notificação, exceto dengue. 70 66.6



2 Percentual de casos de meningite bacteriana confirmados por critério laboratorial. 38.9 15.6





Percentual de municípios com cobertura vacinal adequada para tetravalente em menores de um ano. 70 70.9

3





Percentual de casos novos curados de tuberculose na coorte de 2008 (de abril/2007 a março/2008). NA NA

4



Percentual de municípios com remessa regular do banco de dados do SINAN. 80 90

5



Norma VAS: C

Unidade Federada com vigilância ambiental em saúde estruturada. 2 Existência equipe: C

6

Relatórios (2): Sim





Percentual de cobertura do sistema de informação de mortalidade – SIM em 2007. NA NA

7





8

Percentual de óbitos com causas definidas, segundo os grandes grupos da CID 10, em 2007. NA NA





9 Unidade Federada com sistema de vigilância de DANT (Doenças e Agravos Não Transmissíveis) atuante 1 C

Unidade Federada com município de capital com inquérito de fatores de risco comportamentais em

10 escolares realizado 1 C



11 UF com Plano Diretor para área de Vigilância em Saúde aprovado pela Secretaria de Vigilância em Saúde 1 A



12 UF com Plano de Cargo, Carreira e Salário - PCCS para profissionais da Vigilância em Saúde elaborado 1 C





13 Número de agentes de vigilância capacitados no novo modelo de vigilância em saúde. 788 677

Fonte: Data de obtenção do dado: ___ / ___ / ___

Unidade Federada com Plano de Integração das Atividades de Atenção Básica em Saúde e Vigilância em

14 Saúde elaborado 1 A



Legenda: NI - não iniciado A - em andamento C - concluído

VI - Composição da equipe de Vigilância em Saúde*

ÁREA DE ATUAÇÃO PRIORITÁRIA

Vig. Epidemiológica Vig. Ambiental Vig. DANT Análise Sit. Saúde Vigilância Sanitária

FORMAÇÃO

SES carga Regionais carga SES carga Regionais carga SES carga Regionais carga SES carga Regionais carga SES carga Regionais carga

Nº horária** Nº horária** Nº horária** Nº horária** Nº horária** Nº horária** Nº horária** Nº horária** Nº horária** Nº horária**

Médico 5 3(40h) e 02 (20h) 1 (40h) 8 20 horas 2 40 h

Enfermeiro 12 7(40h) e 05 (20h) 0 - 13 9(20h) e 4(40h) 3 40 h 3 40 h

Veterinário 2 (40h) - 2 40 h 2 40 h

Farmacêutico 5 20 Horas 0 - 1 4 40 h 5 40 h

Nutricionista 1 40 Horas 0 - 1 40 horas 2 40 h

Biólogo - 1 (40h) - 2 40 h

Outros (N Sup.) 10 6(20 h)e 4(40h) 11 (40h) 5 3(20 h ) e 2(40h) 1 40 horas 15 40 h

Nível Médio 32 30 horas 12 (40h)

Total 65 27 28 30 10

* Essa informação destina-se a manter atualizada a força de trabalho que atua nessa área nas SES e municípios, para subsidiar demandas de capacitação, dentre outras.

** Carga horária semanal.

VII – Infra-estrutura tecnológica

Ligado à Rede/Web Internet RELAÇÃO

EQUIPAMENTOS Nº Sim/Quant. Não/Quant. Sim/Quant. Não/Quant. EQUIPAMENTOS/TÉCNICOS*

Computador 28 Sim Sim

Impressora 18 Sim

Fax 5

Telefone celular funcional 1

Outros **









* Deve ser preenchido considerando o número de computadores existentes na vigilância em relação ao número de técnicos lotados nessa área.

** Especificar o tipo de equipamento e quantidade

UF: Paraíba



Período Avaliado: 1º Semestre de 2008



Data da Realização do Acompanhamento: 26 a 27/11/2008



Equipe de Acompanhamento do Ministério da Saúde: Elizabeth Rosa de Albuquerque Queiroz

Responsável pela Vigilância em Saúde: Dionéia Garcia de Medeiros Guedes



Responsável pelo VIGISUS II: Cristine Coeli Moreira da Silva





Técnicos da Secretaria Estadual de Saúde que participaram da avaliação e respectivas áreas de atuação:



Nome Área de atuação

Maria Enilda P. Chaves 12º Gerencia Regional de Saúde

Julia Freitas Sousa de Azevedo Exantematicas - SES-PB

Zeneide Barbosa G. de Lira SES/GEVS/GORR

Ana Sofia Q. Arnoud SES/GEVS/GORR

Maria Hylda de L. de L. Batista SES/GEVS/GOVA/NFNB

Vania Regina G. da Silva SES/GEVS/GOVE/NDTA

Lourdes de Fatima SES/GEVS/GOVE/DANTS

Fernando de Oliveira Junior SES/GEVS/GORR

Maria de Fatima Arnoud AGEVISA

Maria de Fatima Mendes AGEVISA

Alberto José dos Santos AGEVISA

Walter Oliveira de Alburquerque SES/GEVS/GOVE/NI

Diana de Fátima Alves Pinto Exantematicas - SES-PB

Telma Pereira Costa 1º Gerencia Regional de Saúde

Emanoel Lira SES/GEVS/GOVE

Josefa Angela P. Aquino SES/GEVS/GORR

Laura Ney M. P. SES/GEVS/GOVE/ENTOMOLOGIA

Jose Francimar Veloso LACEN-PB

Veronica Rocha Figueiredo LACEN-PB

Frederico Jones Mangabeira Araujo LACEN-PB

Elizabeth Rosa SVS-MS

Damião Pereira de Lima Junior SES/GEVS

Maria Gorete de Sousa Medeiros SES/GEVS/GOVE







Data: ____/____/___



____________________________________________

Dionéia Garcia de M. Guedes

(Assinatura/carimbo)



_______________________________________

Elizabeth Rosa de Albuquerque Queiroz

(Assinatura/carimbo)





_______________________________________

Técnico da Agência de Vigilância Sanitária/MS

(Assinatura/carimbo)

_______________________________________

Gestor

Paulina Maria Alves de Assis Maia (Secretária Executiva)

(Assinatura/carimbo)


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