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Gerencia - Gerds

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10/28/2011
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Gerenciamento de

Redes de TCP/IP

Introdução

 O que é o Gerenciamento de Redes?

• Ações que permitem que a rede de

computadores permaneça operando da

forma mais adequada a maior parte do

tempo

• Envolve: expectativa dos usuários +

recursos financeiros disponíveis

• Gerenciamento manual é gerenciamento?

Introdução

 Gerentes e recursos auxiliares

• Motivo econômico: gerenciar uma rede

com muitos gerentes é caro

 16 equipamentos - 1 gerente

 32 equipamentos - 2 gerentes

 64 equipamentos - 4 gerentes

 128 equipamentos - 8 gerentes

 256 equipamentos - 16 gerentes!!!

Introdução

• Motivo técnico: gerentes humanos são

muito “lentos” para perceberem certos

eventos de rede

Introdução

 Gerenciamento de Redes em Ciência da

Computação: estudo de formas que

auxiliem o gerente da rede em manter a

mesma sempre ativa

 Envolve:

• Protocolos

• Equipamentos

• Software de gerenciamento

O que deve ser gerenciado?

 A OSI dividiu o gerenciamento em 5 áreas

funcionais distintas:

• Gerenciamento de Falhas

Como avisar ao gerente que o enlace da

 Ex.:

corporação caiu?

• Gerenciamento de Configuração

Quais os roteadores da rede devem sofrer

 Ex.:

um atualização do sistemas operacional?

O que deve ser gerenciado?

• Gerenciamento de Desempenho

 Ex.: Por que a conexão de 2Mbps com a

Internet só está funcionando a 1Mbps?

• Gerenciamento de Segurança

 Ex.:Quem acessou os arquivos restritos às 5

horas da manhã?

• Gerenciamento de Contabilização

 Ex.: Que usuário utiliza mais a impressora?

 Ex.: Quem mais utiliza HTTP às 15 horas?

O que deve ser gerenciado?

 Tipicamente o gerenciamento se preocupa

com elementos internos ao domínio

administrativo

• Redes de uma corporação

• Universidade e seus setores

 Com o advento da Internet, o

gerenciamento deve se preocupar também

com elementos externos

• Por que o roteador do provedor de acesso

não está repassando os pacotes

corretamente?

O que deve ser gerenciado?



Portáteis







Internet

Roteadores

Hubs

Estação de

Switches Impressoras

Gerenciamento





Hosts

Etapas do gerenciamento

 Criação e implantação da rede

• Projeto físico - determinação de quais os

equipamentos que serão utilizados

• Configuração - determinação de quais os

endereços IP atribuídos aos equipamentos

 Manutenção

• Instalação das estruturas (software) de

gerenciamento

• Monitoração e configuração

Modelo de gerenciamento

 O modelo de gerenciamento define as

estruturas necessárias para se ter o

gerenciamento de redes





Solicitações

Processo Gerente Processo Agente

Respostas

Base de Notificações Base de

dados dados







Rede

Modelo de gerenciamento

 Para cada funcionalidade/dispositivo existem

programas específicos que capturam as

informações de interesse

 Inevitavelmente, com um grande número de

equipamentos necessitaremos de um grande

número de programas para gerenciar a rede

 Equipamentos com mesmas funcionalidades,

mas de fabricantes diferentes, são gerenciados

por programas diferentes

 Não existiria uma forma padrão de aquisição de

informações em uma rede de computadores?

Protocolos

 ICMP

• O ICMP é considerado parte da camada IP

• Entretanto é encapsulado em um pacote

IP

Datagrama IP



Cabeçalho

Mensagem ICMP

IP



20 bytes

Protocolos

32 bits









Tipo Código Checksum









(conteúdo depende do Tipo e Código da mensagem)









• As mensagens podem ser classificadas como

requisições ou erros

• Nenhuma mensagem de erro pode ser gerada em

resposta a outra mensagem de erro

Protocolos

 Implementação do ping

• Mensagem ICMP Echo Request

• Resposta: ICMP Echo Reply

 Implementação do tracert

• Uso de campo TTL do protocolo IP

• Enquanto receber mensagens de descarte

sabe que não chegou ao final

• Chega ao destino com um Echo Reply

Gerenciamento não

intrusivo

 Analisa-se o conteúdo da rede através da

monitoração do enlace

 Um software (sniffer) captura todos os

pacotes do enlace e fornece resultados

sobre o tráfego

 Não intrusivo porque não coloca nenhum

tráfego de gerenciamento extra na rede

Protocolos

 IAB (Internet Activities Board) tinha 3 opções

(1988)

• High-level Entity Management System (HEMS)

• Simple Gateway Monitoring Protocol (SGMP)

• Common Management Information Protocol over

TCP (CMOT)

 Decisão: implementar SNMP (baseado em SGMP) com

vistas ao CMOT (CMIP over TCP) -> IETF (Internet

Engineering Task Force)

 SNMP

• Para gerenciamento de falhas e configuração

• Baseado em IP

 Resultado: SNMP é o padrão de fato no gerenciamento de

redes atualmente

GERÊNCIA SNMP



SIMPLE MANAGEMENTE NETWORK PROTOCOL (SNMP)



 Inicialmente desenvolvido em 1988 como uma pequena solução

para gerenciamento de dispositivos conectados a Internet;



 Padrão para as redes baseadas no conjunto de protocolos TCP/IP

como a Internet:



• Simples de implementar;



• Amplamente difundido;



 Compõe os frameworks de gerência de redes padrão IETF;



 Evolutivo: SNMPv2, SNMPv3, RMON1, RMON2 ...

GERÊNCIA SNMP



SIMPLE MANAGEMENTE NETWORK PROTOCOL (SNMP)



 Composto de:



• Protocolo para trocas de mensagens;



• Padrões para estruturar a informação;



 Originalmente o SNMP oferecia suporte somente para o

gerenciamento de bridges, routers e gateways, mas rapidamente

este suporte foi estendido para todo o tipo de dispositivo de rede;



 Além das redes ethernet, existem implementações do SNMP para

suporte a Novell IPX/SPX, ApleTalk DDP e outras tecnologias de

enlace como ARCNET, ATM e FDDI.

GERÊNCIA SNMP



EVOLUÇÃO SNMP



 SNMPv1 continua sendo a versão completa padronizada para a

Internet;



 Segundo o IETF cada especificação (Request For Coments) pode

apresentar os níveis proposta, rascunho, completa, experimental e

histórica ;



 O SNMPv3 é a terceira versão do SNMP em desenvolvimento com a

proposta de adicionar características necessárias para o suporte dos

ambientes de Internet atuais;



 O SNMPv3 está passando para o nível rascunho e as principais

propostas são a segurança e novas implementações para administração

remota.

GERÊNCIA SNMP



EVOLUÇÃO SNMP



Nome Nível Descrição



SNMPv1 Completa A versão Original, definida pela RFC 1157 [maio de

1990].

SNMPsec Histórica A primeira tentativa de adição de Segurança ao SNMPv1,

definida pelas RFCs 1351 [julho de 1992], 1352 [julho de

1992] e 1353 [julho de 1992].

SNMPv2p Histórica Outra tentativa de adição de Segurança ao SNMP,

definida pelas RFCs 1441[abril de 1993], 1445 [abril de

1993], 1446 [abril de 1993], 1448 [abril de 1993] e 1449

[abril de 1993].

SNMP2c Experimental Foi uma tentativa de combinar o protocolo de operação

do SNMPv2 com com a segurança do SNMPv1, definida

pelas RFCs 1901 [janeiro de 1996] , 1905 [janeiro de

1996] e 1906 [janeiro de 1996].

GERÊNCIA SNMP



EVOLUÇÃO SNMP



SNMPv2u Experimental Foi uma tentativa de oferecer segurança baseada nas

operações de nomes de usuários e protocolos SNMPv2,

definida pelas RFCs 1905 [January 1996],1906 [janeiro

de 1996],1909 [fevereiro de 1996] e 1910 [fevereiro de

1996].





SNMPv2* Experimental Foi uma tentativa de adicionar as melhores

características do SNMPv2p e SNMPv2u, definida pelo

documento encontrado no site SNMP Research.





SNMPv3 Proposta Proposta atual para a adição de segurança e

administração remota ao SNMP, definida pelas RFCs

2271 [janeiro de 1998], 2271 [janeiro de 1998], 2272

[janeiro de 1998], 2273 [janeiro de 1998], 2274 [janeiro de

1998] e 2275 [janeiro de 1998].

Protocolos

 SNMP (Simple Network Management Protocol)

• Simples porque os recursos gerenciados

necessitam de pouco processamento nas tarefas

de gerenciamento; mínimo de software necessário

• Tarefas mais complexas de processamento e

armazenagem de dados são de responsabilidade

do sistema gerenciador

• Poucas funções de gerenciamento são

pertinentes aos recursos gerenciados

• Para o protocolo ser simples existe um conjunto

limitado de comandos e mensagens do protocolo

possíveis

Protocolos

• Protocolo não orientado a conexão; nenhuma

ação prévia é necessária no envio de mensagens;

nenhuma ação é necessária após as mensagens

terem sido enviadas

• Conseqüência: não existe nenhuma garantia que

as mensagens do protocolo chegarão ao destino

• Na prática, entretanto, a maioria das mensagens

são entregues, e aquelas que não são podem ser

retransmitidas

• Robustez: como não existe conexão, nem o

gerente nem o sistema gerenciado necessitam um

do outro para operar

Protocolos

 Para que um recurso possa ser gerenciado, basta

criar um agente SNMP para o recurso

 O gerenciamento é feito de forma uniforme por

um sistema de gerenciamento

 A interface de gerenciamento é então a interface

do sistema que interage com os agentes

 Cada endereço IP pode possuir vários agentes

SNMP, mas de forma geral tem-se apenas um

gerente e várias expansões do mesmo

Protocolos

 Agentes SNMP podem ser encontrados em:

• Hubs mais sofisticados

• Servidores de rede e seus sistemas operacionais

• Placas de rede mais sofisticadas e respectivos hosts

• Dispositivos de rede como pontes, switch’s e roteadores

• Equipamentos de testes como analisadores e monitores de

rede

• No-breaks

• Modens

• Bastidor de modens

• Servidores Web

• Servidores de FTP

• etc, etc e etc

Modelo SNMP

Sistema de Gerenciamento Sistema Gerenciado



Recursos



Aplicação de Objetos

Gerenciamento Gerenciados









Resposta

Resposta









Get-Next

Get-Next









Trap

Trap









Set

Set









Get

Get









Mensagens SNMP

Gerente SNMP Agente SNMP



UDP UDP



IP IP



Enlace Enlace



Físico Físico







Rede

SNMP

SNMP - Aplicação

Apresentação

Sessão

UDP - Transporte

IP - Rede





Local Local

IP UDP

Network

Header Header Mensagem SNMP Network

Header Trailer









Datagrama UDP



Datagrama IP



Quadro no nível de enlace

SNMP - Mensagens

 SNMP Protocol Data Units (PDUs)

• Mensagem SNMP

 Versão + Comunidade (header de

autenticação)

 PDU



• 5 tipos de PDUs

 GetRequest

 GetNextRequest

 GetResponse

 SetRequest

 Trap

SNMP - Campos das

Mensagens



Comu- PDU GetRequest, GetNextRequest,

Versão

nidade GetResponse ou SetRequest









Tipo Status Índice

Request Objeto 1, Objeto 2,

de de do ...

ID Valor 1 Valor 2

PDU Erro Erro





VarBind List





 Get, GetNext, Set e GetResponse têm o

mesmo formato

 Trap tem formato exclusivo

SNMP - Campos das

Mensagens

 Campos

• Versão. Para garantir que gerente e agente estão

executando a mesma versão do protocolo.

Mensagens com versões diferentes são

descartadas.

• Comunidade. Garante o acesso a um conjunto

limitado de objetos da MIB. Caso exista

diferenças na comunidade é emitido pelo agente

uma trap que indica falha de autenticação

• Caso a versão e comunidade estejam

consistentes então é processada a PDU logo a

seguir

SNMP - Campos das

Mensagens

• Tipo de PDU. Inteiro que identifica a

operação a ser processada

0 - GetRequest;

 1 - GetNextRequest;

 2 - GetResponse;

 3 - SetRequest;

 4 - Trap



• Request ID. Inteiro que identifica pares de

mensagens SNMP entre agente e gerente.

SNMP - Campos das

Mensagens

• Status de Erro. Identifica operações executadas

com sucesso ou um dos cinco erros previstos

 0 (noError) - Operação sem erros

 1 (tooBig) - O tamanho da PDU GetResponse excede

um limite local

 2 (noSuchName) - Não existe objeto com o nome

requisitado

 3 (badValue) - Uma PDU SetRequest contém uma

variável de tipo, tamanho ou valor inconsistente

 4 (readOnly) - Uma PDU SetRequest foi enviada para

alterar o valor de um objeto read-only

 5 (genErr) - Erro genérico

SNMP - Campos das

Mensagens



• Índice do Erro. Indica a qual par objeto-

valor, passado na PDU, se refere o erro

• VarBind. Ligação entre um objeto e um

valor; VarBind List: lista destas ligações

• Em GetRequest e GetNextRequest os

objetos possuem valores associados igual

a NULL (tipo de dado especial de ASN.1)

Arquitetura de Gerenciamento

Baseada na Web



 Interface de gerenciamento: browser

 Vantagem: Independência de plataforma

• Existem navegadores para todas as

plataformas mais usadas

 As informação de gerenciamento são

armazenadas em um WebServer

 O browser acessa o WebServer para obter

tais informações

Arquitetura de Gerenciamento

Baseada na Web







Browser A









Web Server









Browser B

Browser C

Arquitetura de Gerenciamento

Baseada na Web

 Existem duas formas de gerenciamento

• Gerentes SNMP usando WebServers

 O browser acessa um gerente que acessa as

informações via SNMP

 As informações são disponibilizadas em páginas HTML

pelo gerente SNMP

• Agentes SNMP com HTTP

 O browser acessa diretamente os recursos através do

browser

 O WebServer acessa os dados através de SNMP

 Os dados são disponibilizados através de páginas HTML

geradas pelo agente SNMP

 O recurso gerenciado deve possuir capacidade de

processamento para suportar ao mesmo tempo um

WebServer e um agente SNMP

Arquitetura de Gerenciamento

Baseada na Web



Browser





HTTP HTTP









Web Server Web Server







Páginas HTML Páginas HTML





SNMP

Agente SNMP

Gerente

SNMP



SNMP Agente SNMP

Management Information

Base (MIB) - Conceitos

 É uma base de dados conceitual

• Os dados podem estar realmente em um SGBD

 ex.: Taxa de utilização de um link

• Os dados podem ser encontrados nos próprios

recursos

 ex.: Estado atual de uma interface

 Uma MIB é apresentada como uma árvore de dados

estruturada

 Nodos intermediários contém sub-nodos, mas não

contém nenhum valor associado

 Se um nodo não possui sub-nodos então ele é

chamado de objeto e possui um valor associado

Management Information

Base (MIB) - Identificação

 Cada nodo possui um identificador (OID)

 O OID de um nodo é composto pelo OID de seu pai mais o

seu próprio identificador relativo

Raiz





Nodo(1)

Nodo(2)





Nodo(1) Nodo(2)





Objeto(1) Nodo(1) Objeto(2)





Objeto(1)



 O nodo raiz da MIB não possui OID

 A árvore é percorrida em profundidade começando pelos

ramos da esquerda e seguindo a direita

Management Information

Base (MIB) - Identificação

 O uso de número nos OIDs dificulta a

compreensão de cada nodo da MIB

 Alternativamente, um OID pode ser

substituído por um nome melhor

explicativo: OID Name

• ex.: system = 1.3.6.1.2.1.1

• ex.: sysUpTime = 1.3.6.1.2.1.1.3

 Nas identificações, o OID e o OID Name

podem ser utilizados conjuntamente

• ex.: sysUpTime = system.3

(MIB) -

Recursos Envolvidos

 Para executar o gerenciamento, o sistema utiliza

várias fontes de informação em relação às MIBs

• Valores do dado acessado: agente no recurso

gerenciado

• Descrição do dado acessado: arquivo de MIB

• Tipo do dado acessado: arquivo de MIB

 O que é um arquivo de MIB? Arquivo que

descreve uma base de dados conceitual

informando a descrição de cada dado, seu tipo e

estruturação dentro da árvore

 Apenas o valor do dado é recuperado através do

acesso aos agentes

(MIB) -

Recursos Envolvidos

 Normalmente apenas o gerente necessita de um arquivo de

MIB

• O gerente pode não conhece a natureza dos dados

• O arquivo pode ser compilador para que as informações

sejam acessadas mais rapidamente

• Uso de um compilador de MIB pelo gerente

 O agente não precisa se utilizar de um arquivo de MIB

• Ele sempre sabe a natureza dos dados que está

implementando

• Um arquivo de MIB é utilizado pelos agentes quando uma

nova implementação é realizada, mas o arquivo serve

apenas como documentação

 Com freqüência o termo “arquivo MIB” é referenciado

apenas por MIB, o que pode gerar confusão

Elementos do

Gerenciamento

 Para que o gerenciamento possa ser implantado, temos

necessariamente que utilizar os seguintes elementos:

• Gerente (estação de gerenciamento, sistema

gerenciador)

 Acessa dados de uma base localizada no sistema gerenciado

• Agente (recurso gerenciado, sistema gerenciado)

 Exporta os dados da base de gerenciamento para que o gerente

possa ter acesso aos mesmos

• Protocolo (ex.: SNMP)

 Fornece o mecanismo de comunicação entre o gerente e agente

• Base de dados (ex.: MIB)

 Os dados a serem gerenciados, seu valor, tipo e significado

Bases de Gerenciamento

 Cada MIB define um conjunto de objetos que

podem ser acessados pelos gerentes

 MIB-I (RFC 1066, RFC 1156)

• Publicada pela primeira vez em 1990

• Apresentava objetos para gerenciamento genérico

de equipamentos

 MIB-II (RFC 1158, RFC 1213)

• Definições da MIB-I foram expandida e

melhoradas

• Permite expansão da MIB para melhoramentos

específicos de empresas

MIB-II

 Dividida em três sub-árvores

• ccitt (0), administrada pelo CCITT

• iso (1), administrada pela ISO

• joint-iso-ccitt(2), pela ISO e CCITT

 iso(1), org(3), U.S. Departament of Defense:

dod(6) e internet(1)

 Sobre internet temos:

• directory(1): reservado para uso da ISO

• mgmt(2): para gerenciamento genérico

• experimental(3): para experimentações

• private(4) com enterprises(1): para gerenciamento

específico

MIB-II

 Os objetos da MIB-II são encontrados no OID 1.3.6.1.2.1

ou mgmt.1 ou mib-2

• system (mib-2.1): descrições gerais do sistema

gerenciado

• interfaces (mib-2.2): gerenciamento das interfaces do

sistema

• ip (mib-2.4): para gerenciamento a nível IP

• icmp (mib-2.5): objetos relativos ao protocolo ICMP

• tcp (mib-2.6): para gerenciamento de conexões TCP

• udp (mib-2.7): para gerenciamento de transmissões UDP

• snmp (mib-2.10): para gerenciamento do próprio SNMP

SMI

 SMI - Structure of Management Information

• Conjunto de regras que define como uma MIB é

especificada

• Definido na RFC1155

• Melhoramentos na RFC1212 e RFC1215

• Um arquivo de MIB usa a notação ASN.1 e as

regras SMI para definir os objetos da MIB

 SMI define que cada objeto da MIB deve possuir:

• Um nome (OID) que identifica o objeto unicamente

• Uma sintaxe que identifica o tipo do objeto

• Uma codificação que descreve como as

informações serão transmitidas

Exemplo

 MRTG

 Mib- Browser

Gerenciamento de Redes -

Plataformas de Gerenciamento

 Pacote de software que fornece as

funcionalidades básicas de gerenciamento para

vários componentes diferentes de rede.

 Objetivo: fornecer funcionalidades genéricas

para gerenciamento padrão dos vários

dispositivos.

• GUI

• Mapa da rede

• DBMS

• Método padrão de consulta aos dispositivos

• Menu de sistema programáveis

• Log de eventos

Gerenciamento de Redes -

Plataformas de Gerenciamento

 Adicionalmente:

• Ferramentas gráficas

• API de programação

• Segurança do sistema de gerenciamento extra



 Exemplos:

• NetManager (Sun)

• OpenView (HP)

• NetView (IBM)

• Unicenter TNG (Computer Associates)

Gerenciamento de Redes -

Arquiteturas de Gerenciamento

 Arquitetura centralizada

• Todos os alertas e eventos centralizados

• Todas as informações de gerenciamento

centralizadas

• Todas as aplicações de gerenciamento

centralizadas

• Vantagens:

 Detecção de problemas correlacionados

 Acessibilidade e segurança facilitadas



• Desvantagens:

 Difícil expansão

 Tráfego carregado nas proximidades do gerente

Gerenciamento de Redes -

Arquiteturas de Gerenciamento

 Arquitetura centralizada

NMS

Gerenciamento de Redes -

Arquiteturas de Gerenciamento

 Arquitetura Hierárquica

• Gerenciamento através de clientes e servidores

• Não depende de apenas um sistema de gerenciamento

• Tarefas de gerenciamento são distribuídas

• A monitoração da rede é distribuída

• Dados armazenados de forma centralizada

• Vantagens:

 Menor tráfego em um ponto específico

 Clientes menos “pesados”

• Desvantagens:

 Equipamentos gerenciados devem ser determinados

logicamente

 Recuperação de informações mais lenta

Gerenciamento de Redes -

Arquiteturas de Gerenciamento

 Arquitetura Hierárquica



NMS

DBMS Servidor NMS

Cliente









NMS

Cliente

Gerenciamento de Redes -

Arquiteturas de Gerenciamento



 Arquitetura Distribuída

• Combina arquitetura centralizada com hierárquica

• Não depende de apenas um sistema de

gerenciamento

• Tarefas de gerenciamento são distribuídas

• O monitoramento é distribuído

• Dados, alertas e eventos são centralizados

• As aplicações são centralizadas

Gerenciamento de Redes -

Arquiteturas de Gerenciamento

 Arquitetura Distribuída



DBMS



DBMS NMS

NMS









DBMS NMS

Gerenciamento de Redes -

Aplicações de Gerenciamento





Aplicação Aplicação Aplicação

1 2 ... N









Plataforma de Gerenciamento

Gerenciamento de Redes -

Aplicações de Gerenciamento



 Para gerenciamento específico de dispositivos

 Devem evitar duplicações de funcionalidades

com a plataforma de gerenciamento

 Integração através de APIs e menu do sistema da

plataforma

 Integrar-se a várias plataformas de

gerenciamento

Gerenciamento de Redes -

Sistemas de Gerenciamento

 Como escolher um sistema de gerenciamento?

• Sistema = Plataforma + Aplicações

• Passos na escolha do sistema

1. Inventário dos dispositivos gerenciáveis da rede

2. Determinar a área funcional do gerenciamento

3. Escolher as aplicações de gerenciamento para os

dispositivos

4. Escolher a plataforma de gerenciamento de acordo com

as aplicações selecionadas

RMON - Gerenciamento por

Polling

 Para um gerenciamento adequado, o gerente da

rede deve coletar dados importantes

freqüentemente

• Uso de polling

• Intervalos muito grandes trazem imprecisões

• Intervalos muito pequenos trazem

congestionamento

 Encontrar um intervalo ótimo é muito difícil

porque depende-se de muitas variáveis

• Carga normal da rede

• Carga alterada em horários de pico

• Natureza das aplicações

RMON - Gerenciamento de

Segmentos Locais

 Cada segmento Ethernet utiliza CSMA/CD na

transmissão

• Colisões podem ocorrer

• Todos os dispositivos recebem os quadros

transmitidos

• O nível de rede apenas recebe dados se:

 O nível de enlace for o destino

 O nível de enlace aceitar pacotes de multicast

apropriados

 O nível de enlace aceitar pacotes de multicast mapeados

inadequadamente

 O nível de enlace receber pacotes de broadcast

 O nível de enlace estiver operando em modo promíscuo

RMON - Gerenciamento de

Segmentos Locais



 Se a estação de gerenciamento se encontrar na

própria Ethernet gerenciada, não há a

necessidade de pooling

• A estação de gerenciamento apenas precisa

processar os quadros do segmento

• Colocar a interface Ethernet em modo promíscuo

• O nível de rede aceitará todos os pacotes mas

descartará os não apropriados

• Logo, deve-se ter um nível de rede também em

modo promíscuo

RMON - Segmentos

Remotos

 Mas como fazer se a estação de gerenciamento

não fizer parte do mesmo segmento gerenciado?

• A estação sempre fará parte de pelo menos um

segmento, para conectá-la a rede gerenciada

• O tráfego total de segmentos remotos só é visto

pelos dispositivos daquele segmento

• Solução: introduzir em cada segmento remoto um

coletor de dados que se comunica com a estação

de gerenciamento da rede

• Nome deste coletor: Probe RMON

RMON - Probes RMON

 Um probe RMON possui pelo menos uma

interface Ethernet para um segmento a ser

gerenciado

 A interface Ethernet do probe opera em

modo promíscuo, processando todos os

pacotes do segmento

 Um mesmo probe pode possuir várias

interfaces, para processar informações de

vários segmentos ao mesmo tempo

 Cada segmento corresponde a uma

interface do probe

RMON - Probes RMON

 O probe coleta e processa as informações dos

segmentos e comunica-se com a(s) estação(ões)

de gerenciamento através de SNMP (v1, v2 ou v3)

 Cada probe é então um agente SNMP especial,

que implementa uma MIB para gerenciamento

global de segmentos

 A MIB-II é suportada no probe para o

gerenciamento do próprio, mais suporte à MIB

RMON para gerenciamento do segmento

RMON - Probes RMON

 Um probe RMON pode ser encontrado em várias

formas

• Micro padrão colocado na rede local para capturar

os quadros usando placas Ethernet comuns em

modo promíscuo

• Equipamento dedicado colocado na rede local

com placas Ethernet especiais

• Internamente a hubs inteligentes

 O hub deve possuir capacidade de processamento de

pacotes até o nível de aplicação!!!

 O hub deve possuir um endereço IP!!!

 O processamento realizado não deve influir na carga de

rede

RMON - Probes RMON

• Internamente em pontes (bridges) utilizadas para

segmentar ou isolar domínios de colisão

• Internamente em switches inteligentes

 O switch deve processar pacotes até o nível de

aplicação

 Deve possui um endereço IP

 O processamento interno não deve afetar a capacidade

de switching

• Ligado diretamente a portas de hubs e switches

 Em hubs faz parte da rede local simplesmente

 Em switches, deve ser configurado para interferir no

comportamento da interface Ethernet do switch, de modo

a receber todos os quadros do segmento

RMON - MIB RMON

 A MIB-II permite o gerenciamento de objetos

relativos a dispositivos em particular

 Implementar apenas a MIB-II em um probe RMON

permitiria o gerenciamento apenas do probe em

si, mas não do segmento

 Como a MIB-II não possui objetos que descrevam

parâmetros dos segmentos, necessita-se de uma

MIB específica para essa funcionalidade: a MIB

RMON

RMON - MIB RMON

 Assim, um probe RMON é capaz de comunicar à estação de

gerenciamento da rede parâmetros de um segmento

devolvendo objetos da MIB RMON

 Um probe é estritamente um agente SNMP que implementa,

além da MIB-II, a MIN RMON

 Não existe nenhuma mudança formal nas entidades do

gerenciamento padrão. Apenas tem-se uma nova MIB:

• Gerente da rede global => gerente

• Protocolos de gerenciamento => SNMP (v1, v2 ou v3)

• Dispositivos dos segmentos => agentes

• Probe RMON => agente

• Bases de informação => MIB-II e MIB-RMON

RMON - MIB RMON

 Estruturalmente tem-se um agente mais

especializado.

• Conceito estendido deste agente: gerente

intermediário

 Definido na RFC1271, posteriormente foi revisto

na RFC1757

 Principais objetivos das definições:

• Operação offline

• Monitoração preemptiva

• Detecção e divulgação de problemas

• Dados de valor agregado

• Múltiplos gerentes


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